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Obama aos alunos dos EUA

Remarks By The President In A National Address To America's Schoolchildren - Wakefield High School (Arlington, Virginia), também conhecido como "Address to Students Across America"

O discurso:

Factos:

  • Realizado no 1º dia de aulas de 2009 em horário nobre (escolar)
  • Número de escolas dos EUA para onde o discurso foi enviado antecipadamente: mais de 100 000 (públicas e privadas)
  • O discurso foi acompanhado de materiais de análise com orientações para actividades antes, durante e depois do discurso.

Guia de actividades para alunos e docentes
Da pré ao 6º ano - PreK-6 Menu of Classroom Activities


Do 7º ao 12º ano - Menu of Classroom Activities 7-12


O discurso é forte, claro e incisivo: apela à responsabilização dos alunos pela sua própria educação e valoriza o papel da educação no sucesso do indivíduo e do próprio país. É feito de uma forma muito pessoal, dando como exemplos de sucesso alunos com carências económicas e o próprio B. Obama e sua esposa. Apela à esperança e consegue evitar o paternalismo: não aceita que a pobreza ou as diferenças sociais sejam apontadas como motivos para não se lutar.
Relativamente aos pais não esquece a sua responsabilidade dentro de casa na educação dos alunos. Os governantes e os responsáveis escolares são também alvo de reparos pois devem empenhar-se na qualidade do sistema educativo.

Essencialmente é um discurso aos alunos e centrado no futuro, um discurso de esperança. Quanto ao mundo esse foi totalmente esquecido, é um discurso para "americano ver". Mas pode ser lido por todos!

No entanto este discurso criou muita polémica, desde o seu conteúdo, motivação e até formato e horário. Como nos EUA os canais televisivos e os jornais possuem orientações políticas explícitas, basta mudar de canal e encontramos críticas agressivas. O próprio sistema educativo dividiu-se

Documentos para contrapor:
A utilização abusiva das crianças para fazer passar mensagens e impor uma agenda política


Sobre os materiais de apoio para análise escolar
Critics are particularly upset about lesson plans the administration created to accompany the speech. The lesson plans, available online, originally recommended having students "write letters to themselves about what they can do to help the president."
The White House revised the plans Wednesday to say students could "write letters to themselves about how they can achieve their short-term and long-term education goals."

Arizona state schools superintendent Tom Horne, a Republican, said lesson plans for teachers created by Obama's Education Department "call for a worshipful rather than critical approach."

Sobre a oportunidade do discurso
President Barack Obama's back-to-school address next week was supposed to be a feel-good story for an administration battered over its health care agenda.

Sobre a obrigação de assistir ao discurso
Obama plans to speak directly to students Tuesday about the need to work hard and stay in school. His address will be shown live on the White House Web site and on C-SPAN at noon EDT, a time when classrooms across the country will be able to tune in.

Education Secretary Arne Duncan sent a letter to principals urging schools to watch.
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Districts in states including Texas, Illinois, Minnesota, Missouri, Virginia, Wisconsin have decided not to show the speech to students.

The Minnesota Association of School Administrators is recommending against disrupting the first day of school to show the speech, but Minnesota's biggest teachers' union is urging schools to show it.

Ver artigos em: www.msnbc.msn.com/id/32673334/

Em compensação já se pede novo discurso para o próximo ano e o tema já foi lançado:

Obama's next school speech should be to the adults
Obama is uniquely positioned to speak out on behalf of minorities and the poor. His message should be no more excuses ... it is after all, about our children. If the public schools can't satisfy the needs of the most disadvantaged in our society, then we must support alternatives.

Recado final:

"Make us all proud," Obama urged America's school children. To help them do that, we should create an educational system that makes us all proud. ( Michelle D. Bernard, washingtonexaminer.com )

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