Beardyman: Beatbox na biblioteca

Beardyman (Darren Foreman) é um músico especializado em beatbox uma forma de percussão vocal. Como é natural a biblioteca não podia ficar longe da sua actividade.

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Kidlandia: mapas de fantasia

O site kidlandia.com permite-lhe criar mapas para mundos de fantasia. A criação de mapas é muito simples e de excelente qualidade gráfica, estando disponíveis inúmeras figuras para adicionar aos mapas.
A utilização é gratuita e permite-lhe ainda partilhar mapas online. Os serviços comerciais incluem impressão comercial em diferentes suportes e em grande escala.
Quem não puder gastar dinheiro pode sempre copiar o ecrã com o mapa ou ser criativo a partir dos mapas criados. A partilha de mapas online no seu blogue é sempre uma boa solução para começar a falar de um livro.

Sugestão de utilização:

  • Representação de histórias em mapas (lembram-se da utilidade dos mapas nos livros "O Senhor dos Anéis"?!)
  • Sinalética de bibliotecas infantis (a ilha da literatura, o vulcão da ciência, etc)

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Otis Library: apresentação

Apresentação da biblioteca Millard Sheets do Otis College of Art and Design, Los Angeles, Califórnia (EUA)

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Livros de qualidade equivalente

Em tempo de crise o mercado alternativo não se pode limitar apenas aos DVD iguais aos originais e roupa de marcas criativas.

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Aarhus: criar uma biblioteca interactiva

Aarhus (Dinamarca) planeia a sua nova biblioteca pública para 2014 como parte do seu futuro Centro Cultural. Como? Estudando o modo como interagir com os utilizadores, especialmente as crianças, fornecendo novas experiências sensoriais e físicas ao mesmo tempo que se promove a biblioteca como local de aquisição de conhecimentos e informação.
Aqui ficam alguns conceitos e protótipos já trabalhados no projecto "Children's Interactive Library":


Sonhos para o futuro? Talvez... mas o futuro tem de ser trabalhado. Assim o projecto iniciou-se em 2004/2006 com apoio da Interactivespaces como parceiro tecnológico.

Qual a necessidade de envolver os utilizadores na biblioteca? Porque "todos os leitores têm direito a uma biblioteca espectacular, não só no futuro mas também no presente. Por isso é preciso começar já!". Esta foi a tarefa de 2007 a 2009 sob o nome "Unleash The Users" promovendo o envolvimento dos utilizadores e iniciando a transformação de processos.


Como os utilizadores se preocupam e os bibliotecários e responsáveis políticos acreditam que a co-criação é o elemento chave na definição da biblioteca do futuro, no final de 2014 a Biblioteca Pública de Aarhus será conhecida como Mediaspace e estará pronta para utilização: as necessidades do utilizador serão o foco principal.

E para enquadrar o problema de forma gráfica fica aqui um Glogster (poster interactivo):

Em termos tecnológicos estamos a falar de computação omnipresente, (em inglês Pervasive Computing, Ubiquitous Computing ou EveryWare). Aqui a interacção homem-máquina leva o processamento da informação a um patamar permanente e não obstrutivo. A utilização dos computadores é integrada nas actividades e objectos de uso diário de forma transparente deixando assim de se pensar nos computadores como máquinas específicas:

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Harper College Library: apresentação

Apresentação da biblioteca do Harper College. (Palatine, Illinois , EUA)



Agora já sabem que os carrinhos de biblioteca não servem só para exibições de trabalho sincronização?

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As bibliotecas podem mudar vidas

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Plágios e fraudes: sites e software

Na sequência do artigo anterior sobre o problema do Plágio ficam aqui links para documentos web e software anti-plágio, sendo certo que alguém terá dito que "Roubar ideias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é pesquisa (ou Tese!)".


Leitura de Referência:


Para reflexão e curiosidades:
Soluções para professores:
A estratégia adequada para comparar trabalhos recebidos é utilizar soluções informáticas que permitam comparar trabalhos recebidos no mesmo ano ou anos anteriores. As s nunca mais aceitem trabalhos sem ser em formato digital!!
A solução de recurso é uma simples pesquisa de uma frase no Google: é um método muito falível mas iam ficar surpresos com os resultados!

Com o Plano tecnológico de Educação a avançar e a prometer um repositório com os trabalhos dos alunos durante o seu tempo de permanência na escola algo vai ter de mudar neste sector. Será assim necessário começar a exigir trabalhos em forma digital aberta (PDF não encriptado ou protegido contra selecção de texto) de modo a permitir futuras comparações de textos numa base de dados nacional.

Software
Existem já vários programas informáticos para detectar plágios, mas é um tema que ainda está no seu início e com alguns em fase de projecto não desenvolvido.
Nesta lista nem todos os programas estão actualizados ou trabalham da mesma forma no reconhecimento de termos ou estão adaptados ao idioma português, mas ficam aqui os links como base de informação!

Plágio de textos: Serviços online
Plágio de textos - Software

Plágio de código informático

E os alunos por onde andam?
Nas "Paper mills" ou "Cheat houses" que são sites com trabalhos escolares prontos a utilizar (e em reciclagem entre escolas)!
Vamos optar por bloquear estes sites (e outras formas de propagação)? Não será adequado e a solução passará mais pela acção dos professores começarem precisamente por mostrar aos alunos estes sites. Só depois valerá a pena explicar o problema da sua utilização.
Naturalmente no final é necessário um sistema de detecção de plágios estabelecido de forma institucional: o plágio não é igual a copiar uma pergunta num exame, é uma negação cultural.


Citação não é plágio: as imagens do artigo foram tiradas de:
www.brasilescola.com/upload/e/plagios%20no%20ambito%20escolar.jpg
www.farejadordeplagio.com.br/logo3.jpg
http://casadogalo.com/wp-content/uploads/copia-plagio.jpg

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Plágios e fraudes: saber para combater

O Jornal Expresso apresenta (8 de Agosto 2009) um conjunto de artigos sobre a fraude na produção de trabalhos científicos nas faculdades. O texto é de Joana Pereira Bastos e ilustração de Cristina Sampaio (muito bom). Os artigos são vários e estão mais ao nível de aviso à navegação sobre a existência do problema do que efectivamente de análise do problema. Pena que fiquem por algumas generalidades (com excepção do artigo com entrevista a profissionais da ajuda para teses) e quase pareçam um apelo a mais recursos para as faculdades ao fazer acreditar que menos orientados por orientador resolveria a situação. Assim o problema é mais colocada a nível universitário e especialmente nos mestrados. Como se os mestres fossem virgens... esquecendo que foi assim que alguns deles conseguiram a licenciatura e outros ainda já assim obtiveram a entrada na universidade.

E que dizer da parte do texto onde se afirma que a Universidade do Minho terá adquirido um programa de 50 mil euros para detectar o plágio? Isto sem referirem qual o programa, se já está implementado (pelo que sei já tinham um em 2006), etc. É que se foi apenas para detectar plágios foram "roubados" (pois existem programas gratuitos e outros por meia dúzia de euros). Muito certamente será um sistema para integrar no seu repositório e aí o preço seria pelo conjunto (a Universidade do Minho utiliza o sistema de repositório do MIT mas existem outras alternativas gratuitas). E ainda se pode especular se não será um sistema avançado de detecção de plágios preparado para reconhecimento de conteúdo (e não apenas de termos) para o idioma português! Como são bons os artigos jornalísticos onde se pode dar azo à especulação e à reflexão!

Mas como estamos no verão os artigos passam a ser de férias, e por isso mesmo talvez até nem devessem ter sido agora publicados, com os próprios professores, responsáveis educativos e avaliadores mais afastados da leitura de jornais. o impacto de uma notícia fica sempre diluído. E que tal em Setembro, uma versão revista e com investigação mais a sério?

Aqui ficam os links para os artigos do Expresso.

E já agora, não são só as universidades a terem de se preocupar com o problema, ele existe e os alunos aprendem a trabalhar assim é no secundário!

Ver os artigos do ano passado no Público
Plágio com recurso à Internet é problema nas escolas portuguesas
Bárbara Wong - Público - 27-1-2008 - http://jornal.publico.clix.pt/main.asp?c=A&dt=20080127&id=12622087

"Na Wikipédia está tudo tão bem escrito que não vale a pena mudarmos nada"
Público - 27.01.2008, Andreia Sanches - http://jornal.publico.clix.pt/main.asp?c=A&dt=20080127&id=12622350

O plágio
«Plágio é a apropriação indevida da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.
Outras formas de plágio:
  1. Pedir a alguém que faça o trabalho por si ou utilizar o trabalho de outrém como se fosse seu.
  2. Apresentar o mesmo trabalho em várias cadeiras.
  3. Descarregar ou comprar uma trabalho através da web.
Mesmo que feito de forma não intencional o plágio é uma ofensa académica grave»
In www.b-on.pt

O problema não são só os trabalhos ou as teses, é uma questão cultural. Até os artigos científicos em revistas de especialidade acabam por ser republicados na íntegra por outros autores: "uma análise de 7 milhões de textos da base de dados Medline resultou em quase 70 mil artigos considerados altamente semelhantes". Fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54026

Parecem números exagerados? Mesmo que fossem só meia dúzia de casos com artigos pirateados (cópia integral) já seria motivo para pensar o que anda a falhar no mundo da investigação científica: veja-se o caso do artigo (re)publicado este ano na brasileira "Revista Analytica"!

Os bibliotecários e a cultura
O problema do plágio reflecte-se na actuação das bibliotecas não só no apoio à fase de produção mas também no tratamento dos documentos finais.
Para os bibliotecários o assunto não é neutro: afinal andam a arquivar lixo, artigos duplicados, teses piratas e a fornecer referências a autoridades de forma errada.
A solução não pode ser apenas uma questão universitária ou escolar é uma questão cultural e nacional.
Na educação e com as novidades anunciadas sobre plataformas do PTE para as escolas e com a existência de um portefólio digital com todos os trabalhos realizados pelo aluno (que ficará online nas escolas), tem de existir um software para a detecção de plágios. É altura de atacar o problema e não o menorizar. Os programas existem, podem ser desenvolvidos e adaptados mas tem de existir uma versão oficial promovida dos ministérios da Educação e da Ciência para Portugal e é já!
Entretanto os professores vão confiando no Google para as pesquisas de frases dos seus(?) alunos.
Ou então concluir que "No pasa nada". "Errar é humano. Colocar a culpa em alguém, então, nem se fala". Anónimo

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Bibliotecário universitário



Exagerado mas passa facilmente a ideia: precisam de informação: contactem o bibliotecário universitário!

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Bibliotecas, um lugar para estudar

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Family Guy: o que é uma biblioteca



Cena não emitida de Family Guy, uma sitcom animada e plena de humor politicamente pouco correcto. Esta cena não foi emitida mas só pela definição de biblioteca aqui dada já vale a pena ver. Para quem não conhece a série, umas visitas ao FOX resolvem o assunto!

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Catálogo manual

Original em: Card Boxes - © Nils K. Windisch

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Não Há Nada Pior...

Há um tempo para ler e há um tempo para não ler!

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