O amor é... por Helen Fisher

Para o dia dos namorados e que tal tentar saber porque nos apaixonamos e... e porque enganamos?
A antropologista Helen Fisher descreve o amor como uma motivação universal, mais forte que o desejo sexual, mais forte que a sede ou a fome e até mais forte que a vontade de viver
No primeiro vídeo, Helen Fisher analisa o amor e explicita a sua evolução, as suas base bioquímicas e a sua importância social. Termina a apresentação com um alerta sobre o desastre potencial inerente ao abuso de antidepressivos. Esta comunicação está dividida em 4 partes:
  • Amor romântico
  • As mulheres como força de trabalho
  • O envelhecimento da população
  • Sobre os antidepressivos
É que afinal estes temas estão todos interligados... veja até ao final pois apesar de toda a ciência e química cerebral ainda existe magia no amor!



    Num segundo vídeo, Helen Fisher estuda o cérebro apaixonado (2008) onde se faz a pergunta: porque escolhemos uma pessoa e não outra? Será por o amor estar incrustado no cérebro, na sua evolução, pelo que o desafio é compreender-nos.
    Em conclusão fica a receita: muita dopamina e poucos inibidores selectivos da recaptação da serotonina!