Slate: a ardósia moderna

Os computadores portáteis aparecem revigorados sob o conceito Slate (Lousa/ardósia)


São essencialmente equipamentos para aceder a conteúdos digitais, onde a produção passa para segundo lugar. A simplicidade de uso, o baixo peso e uma duração de bateria adequada a um dia de trabalho são os pontos de ordem dos criadores. O mercado dos e-book e as redes sociais são igualmente dois alvos apetecidos.
É que a maior parte das pessoas não precisa de um portátil a pesar dois ou três quilos e cheios de acessórios. Para ir ver o email, ler um jornal na web, ver uns vídeos no youtube, jogar Farmville... basta um Slate e as empresas já perceberam isso. A oferta das várias empresas visa a simplicidade, portabilidade, acesso a conteúdos online... e livros!
Os preços destes equipamentos ainda não são claramente conhecidos pois a sua comercialização acontecerá depois do primeiro trimestre de 2010 e vai depender dos serviços associados e dos fornecedores de acesso à Internet. Mas o horizonte está nos 600 a 800 dólares, podendo vir a ser 300 a 400 euros mais baixos se forem contratados via empresas de acesso internet.

O site Gizmodo fez elaborou uma tabela de comparação entre algumas destas máquinas:
Fonte da imagem: http://gizmodo.com/5459308/slate-showdown-ipad-vs-hp-slate-vs-joojoo-vs-android-tablets--more-updated

O ano de 2010 será o ano em que todas as marcas vão ter um equipamento de acesso ao mundo digital, pelo que novidades serão muitas. Para trabalho a sério existe um computador!

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Notion Ink Adam [leitor digital]

O leitor Adam da Notion Ink constitui um novo caminho para os leitores de livros digitais e que promete tornar a tinta digital obsolet (ainda mesmo antes de ser moda!) ao usar um sistema Pixel Qi.
Esta nova tecnologia vai permitir alternar entre modos de monitor: a cores para conteúdos gráficos e monitor a preto e branco optimizado para texto e sem falhas.

Vem da Índia e promete chegar às lojas no final do ano. Não pretende ser apenas um leitor de livros: a tecnologia Pixel Qi vem permitir que num mesmo equipamento se possa ver vídeo em qualidade HD e ler texto em modo equivalente a e-ink. Este aparelho permite ainda o reconhecimento de escrita e tem um ecrã táctil. Os dados técnicos ainda não são garantidos mas 16 horas de bateria para vídeo HD, 160 horas para texto... é um autêntico sonho a realizar!
Será o leitor perfeito?! No Mobile World Congress de Fevereiro vão ser disponibilizadas mais novidades

Site: http://www.notionink.com/

Análises:

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eSlick [leitor digital]

Um leitor leve (180 gr) e adequado a leitores em viagem, o Foxit eSlick constitui uma boa solução por 260 dólares.


Utiliza o formato e-pub, lê Mp3 e a bateria dura para 8000 páginas. O software de leitura é openSource. Para tornar tudo mais fácil disponibiliza ainda uma livraria online.

Site: http://www.foxitsoftware.com/ebook/
Livraria: http://www.eslickbooks.com/

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Samsung E6 [leitor digital]

Ler, escrever e partilhar: são os objectivos do leitor de ebooks Samsung E6

Com reconhecimento de escrita, é a entrada da Samsung no mundo dos leitores de livros digitais. Os modelos em destaque são: Samsung E6 e E110 ($399 e $699 respectivamente)

 
Análises:

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Que ProReader eBook [leitor digital]

O Que ProReader eBook permite ler documentos do Office. O seu mercado são os executivos que numa reunião apenas precisam de consultar documentos e assim ficam com a pasta mais leve.

Utiliza a tecnologia e-ink e tem um tamanho tipo A4
Que Pro Reade: http://www.que.com/


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Ler um livro no iPad


Steve Jobs da Apple demonstra a funcionalidade de leitura de Ebooks no iPad, o novo tablet/slate/aparelho para usar o mundo digital da Apple (ver os primeiros 5 minutos). De notar o aspecto visual do livro a imitar o papel e a importância dada à integração de editoras.
Não utiliza a e-ink (que permite uma leitura mais descansada) mas provavelmente esta vai ser uma das formas mais populares para leitura de e-books nos próximos tempos.

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Copia Ocean Social E-Reader [leitor digital]


Um leitor de livros digitais com funcionalidades sociais: ler e colaborar com outros utilizadores e outros leitores do mesmo livro.

Será que vamos ter verdadeiros clubes de leitores à distância (dá para saber em que página estamos e ligar com Facebook e Twitter). Já não é só uma questão de formatos ou equipamentos: é o modelo de leitura que está mesmo a mudar-

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Apple iPad [leitor digital]



É o novo da Apple e um aparelho que promete mudar o modo como acedemos à vida digital.
O iPad Será o produto da moda como a Apple já nos habituou (confesso ... "nasci" Mac e há coisas que não saem!). O conceito não anda muito longe do iPhone (que é sucesso de vendas embora se possa considerar um produto com mais marketing do que substância) mas sem telefone e câmara acaba por ser um iPhone com "alguns" esteróides devido às aplicações Mac que vai permitir correr (para além das aplicações iphone).

É um computador tipo Tablet (ou Slate), não é um leitor de ebooks puro mas este será um campo onde pretende dar cartas com a aplicação iBooks ligado a uma loja específica (a iBookstore). Vai utilizar o formato ePub (igualmente em uso pelo Sony Reader) e tentará levar a utilização da Amazon mais além, simplificando o conceito livraria.
O seu campo de acção especial no mercado da leitura serão os jornais e revistas e aqui os conteúdos podem incluir o multimédia: mas será necessário ter atenção aos custos de acesso a estes conteúdos!
Para todos os efeitos o monitor é um monitor semelhante ao dos computadores (embora de excelente qualidade) pelo que para livros digitais não poderá competir com a qualidade de um leitor com tinta digital. Ficará naturalmente para quem gosta de ter tudo em um e não seja um leitor inveterado, nu fundo será um leitor digital para vários tipos de documentos.
Por valores perto dos 800 dólares (modelos sem 3G nem valerá a pena comprar)... venham as alternativas da concorrência!
  • Para os leitores e para bibliotecas só interessam os equipamentos com tinta digital!
  • O formato ePub é muito utilizado e acaba por ser uma referência nos leitores de ebooks permitindo a troca entre equipamentos diferentes. Aqui a questão estará ligada aos direitos de utilização, ou seja saber se o editor permite a sua utilização noutra plataforma.
  • Nunca comprar sem antes ler o artigo do momento: 8 Things That Suck About the iPad
  • Outras críticas gerais no Jornal Público

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Estações de Metro da Ciência

E se as grandes correntes de pensamento científico fossem alinhadas num diagrama do tipo estações de Metro? Seria qualquer coisa como isto:


Desde os gregos até à actualidade, a ciência ocidental no seu esplendor de inter-relacionamentos. Naturalmente faltam ali algumas estações (a área da psicologia é imperdoável!) mas dá para uns bons minutos de análise essa é a verdade.

Imagem da Revista Muy Interesante, publicada no artigo: El gran metro de la ciencia - www.muyinteresante.es/index.php/ciencia-y-natura/44/5098-el-gran-metro-de-la-ciencia
  • Infografía: José Antonio Peñas/ Idea: Superinteressante, Brasil
  • Poster PDF Espanhol (imagem com qualidade de impressão, 1.03 MB)
  • Publicada inicialmente em Julho de 2008 no Brasil pela SuperInteressante com o título "Metrô da Ciência" (link não disponível)

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enTourage eDGe [leitor digital]





Este é o enTourage eDGe 2-Screen eBook que são dois aparelhos ao mesmo tempo. É um e-reader um netbook um notepad, e um leitor e gravador audio/vídeo num só. É que aqui esquerda e direita não significa separação.
Uma das novidades exibidas na feira de tecnologia CES 2010, onde os leitores de ebooks foram a tecnologia em destaque

Ver site: http://entourageedge.com/devices/entourage-edge.html

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Demy: livro digital para cozinhas


Ele pesa, converte medidas, tem três temporiza-dores e ligação USB, pode guardar até 2500 receitas e inclui um dicionário com produtos equivalentes para falhámos nas compras: chegou o e-reader para a cozinha!
Naturalmente preparado para a cozinha, é de fácil limpeza, aceita salpicos, tem ecrã táctil e exibe imagens a cores. Funciona a baterias ou a electricidade.
Por menos de 300 dólares esta é a proposta da empresa Key Ingredient ao qual deu o nome de "Demy", um leitor digital de documentos técnicos para culinária (vulgo livro de receitas).
  • As receitas podem ser organizadas e sincronizadas no site da Key Ingredient

Fica a questão ociosa: será que oferecer um "aparelho para a cozinha" vai continuar a ser considerado um presente machista?!

Ver site: www.mydemy.com/

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Leitura de e-books: os problemas


Nota: na continuação do artigo: 2010 o ano da tinta digital: leitores de e-book
em que se apresentavam os equipamentos técnicos para leitura de livros digitais, fica aqui "um" (e não "o") outro lado da questão.


Os problemas a considerar:
Livros disponíveis: em português e actuais existem muito poucos. Não justifica o investimento. Em inglês existe tudo o que é novidade e gradualmente "quase tudo" o que existe em bibliotecas internacionais.

Tipo de formatos - Quando comprarem um leitor de ebooks... devem escolher um que permita o máximo de formatos dos livros.
Os mais necessários: TXT, PDF, HTML, EPUB (.epub), Mobipocket (.mobi), eReader (.pdb)
Formatos: http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_e-book_formats

Formatos abertos - quanto mais formatos e mais populares melhor. De preferência devem poder ser lidos também no computador. Muitas das livrarias online vendem livros em formatos PDF ou especiais.
Assim não justifica comprar o Kindle pois lê poucos formatos (é mesmo para AmazonDependentes)

Protecção de conteúdos: se o documento não pode ser visto num computador então é melhor esquecer.
Se os livros tiverem protecção contra cópia (DRM) é uma má compra pois quando o seu proprietário quiser mudar de leitor no futuro não podem migrar os livros (ou vai ter custos acrescidos). O equipamento passa, os conteúdos devem poder ficar para o futuro!

Fotos e ilustrações:
As tecnologias e-ink permitem leitura perfeita mas só com graus de cinza. As fotos e ilustrações ficam de fora. Alguns leitores possuem já um segundo ecrã para os conteúdos multimédia mas esse segundo visor é um LCD, pequeno e gasta bateria.
Os próprios livros com fotos ainda não são comuns em formato ebook. Pelo menos mais um ano de espera!

Preços:
Os livros são menos de metade do preço. Os leitores já vão andar abaixo dos 170 euros (fica pago ao adquirir 30 livros sem contar com os gratuitos)

Ligações:
As ligações sem fios e internet são muito requisitadas nos EUA (para downloads de livros e acesso internet) mas em Portugal serão apenas luxos e consomem mais bateria. Como o nosso acesso web é feito quase só pelo computador...  é fundamental ter um método de ligação ao computador, de preferência por USB ou cartões de memória.

Claro que aqui o problema está nas editoras quererem ou não editar os conteúdos em formato digital, o que não fazem pois não conseguem controlar os downloads.

Máquinas:
Os que realmente contam na actualidade: Sony Reader, Kindle, Nook (novidade),
A ter atenção nos próximos tempos: QUE Plastic Logic (Janeiro 2010), Alex (sem data e equivalente ao Nook)


Tendências futuras
A bola de cristal costuma ser o maior inimigo das empresas de tecnologia pois costumam não colaborar com os adivinhos, mas as tendências da moda para o final de 2010 são:
  • Leitores com ecrãs em plástico flexível
  • Multimédia vai estar em força em leitores tipo "tablet"
  • Um leitor tipo Nook abaixo dos 100 euros?!
  • Jornais e revistas... estes vão ser responsáveis por uma mudança do mercado!
  • As fotos a cores serão (ou não) a causa de grandes mudanças nos hábitos.
As empresas da área pretendem ter muitas destas novidades prontas para o Natal de 2010, o que mostra o sucesso económico do mercado tecnológico da leitura: são "a" prenda para adultos! Claro que algumas destas inovações só vão chegar em 2011 pois nem sempre o mercado justifica saltar etapas de comercialização.


Modelo de distribuição e de formatos
A guerra que surge para o futuro é: seguir o modelo Kindle (disponibilizar os seus livros em vários leitores... mas só ler formatos específicos) ou seguir o modelo Nook (os livros de todas as livrarias/formatos podem ser lidos no seu leitor).
A última aproximação será a melhor pois permitirá aos leitores escolherem outros equipamentos no futuro.. isto desde que sejam livros em formatos abertos!

Em todo o caso temos de estar disponíveis para a infindável série de falhanços de marketing, empresas que abrem e fecham, equipamentos que nunca passam das conferências de imprensa e broncas de formatos.
Mas o livro digital está aí e o papel vai passar para segundo lugar... mais ano menos ano!

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Alto conteúdo


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Digital Book World 2010


A 26 e 27 de Janeiro Nova York vai ser o centro da indústria de edição digital com a realização da conferência "Digital Book World" sob o lema: "Soluções e não teorias; Aplicações e não opiniões".
A lista de participantes é quase um "Quem é quem" da industria e mercado da edição, tudo porque "a maré digital pode-se tornar um tsunami para o mundo da edição de livros".
Acima de tudo 2010 aparece como o ano em que a tecnologia surge com condições para chegar a uma grande franja de leitores e transformá-los em leitores digitais. Já não estamos a falar de hipóteses, o mercado da língua inglesa está em mudança e durante este ano ainda vão surgir outros equipamentos que vão mudar as regras do jogo como a entrada da Apple no mercado dos "slate".
Os outros idiomas ainda podem descansar... mas a maré está a subir!

Site: Digital Book World - http://digitalbookworld.com/
Blogue: http://digitalbookworld.wordpress.com/

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Sabia que? versão 4



Este é o 4º capítulo da série "Shift Happens", um conjunto de apresentações conhecidos pela expressão "Did You Know?". Esta foi criada em parceria com o Jornal Economist com dados referentes a 2009 sobre o panorama dos média.
Mais informações sobre as 4 apresentações em: http://shifthappens.wikispaces.com/

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Livros: companheiros nos transportes


E você lê em andamento? Se conduzir não leia!
"Não foi preciso procurar muito para dar de caras com José Rodrigues dos Santos, Dan Brown, Nicolas Sparks ou Isabel Allende a passear no metro de Lisboa ou nos autocarros da Carris. Não em carne e osso, mas sim em formato de livro. Os líderes do top de vendas das livrarias nacionais são uma boa leitura de autocarro, metro ou comboio, garantem os passageiros."

Fonte: i-online: Livros. Os melhores companheiros nos transportes

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O poder de uma grande história


Nunca desvalorize o poder de uma grande história... nem de um bom contador:

Anúncio: O armário
Cliente: Canal+
Agência: BETC Euro RSCG

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Livros de autores do mesmo sexo na estante



Texto de artigo do jornal humorístico "O inimigo público" onde as notícias são "quase verdadeiras" e as citações perto de terem sido proferidas. Ou quando a ficção é melhor que a realidade:
« Pacheco Pereira nunca coloca dois livros de autores do mesmo sexo juntos na estante:
"Filmes de Pedro Almodôvar estão bem longe dos do George Cukor. Filmes protagonizados por Errol Flynn, Rupert Everett, James Dean e Rock Hudson estão estrategicamente colocados para não haver cá confusões. Esta é uma casa de respeito. Tenho de andar sempre a afastar os livros do Roland Barthes dos do Oscar Wilde. Vocês acham que eu falo das coisas sem provas, não é? Então porque é que eu há dias vi a Biografia da Frida Kahlo, álbuns da k.d. lang, Lara Li e um DVD da Jodie Foster todos encostadinhos uns nos outros como quem não quer a coisa? E o que é que estava a fazer o vinil da Maria Armanda ali no meio daquela marabunta toda?", questionou Pacheco Pereira.» (por João Henrique http://inimigo.publico.pt/noticia.aspx?id=1416988)
Comentário: é nestas alturas em que acho a classificação CDU (não a classificação do partido mas a dos documentos) um pouco ultrapassada. Na tabela 1k para auxiliares comuns encontramos...
  • -055.1 = Pessoas do sexo masculino
  • -055.2 = Pessoas do sexo feminino
  • -055.3 = Pessoas com características sexuais incertas, ambivalentes ou outras características sexuais, psicossexuais ou sociossexuais (por exemplo: assexuais, bissexuais, intersexuais, homossexuais, lésbicas, transexuais, travestis, pervertidos sexuais, sádicos, masoquistas)
Com isto até conseguimos separar águas, agora o problema é como conseguir 616.69-008.1 ao pessoal do -055.3 (que grande mistura) na estante da sala? Vai ser uma autêntica 616.831-009.7 para a empregada!

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2010 o ano da tinta digital: leitores de e-book

Os e-books não são uma questão de hardware. Existem mil e um equipamentos para os ler, desde o telemóvel ao computador incluindo agora o novo formato Slate (Lousa em português... sim a pura e dura lousa das escolas!) como os da HP e futuro Slate da Apple (este novo formato de máquina e próxima do formato Tablet).

Tinta electrónica (e-ink)
Para leitores ávidos (e para bibliotecas do futuro) a verdadeira leitura de e-books será efectuada em leitores com tecnologia de "tinta electrónica" como é o caso do Kindle e do Sony Reader pois permitem uma qualidade de leitura e não possuem os problemas que os equipamentos electrónicos apresentam (barulho, visibilidade, peso)... o que permite leitura até meio da praia. Por enquanto ainda apenas em graus de cinza, a cor será um requisito para o futuro (livros ilustrados e jornais).

As novidades
Surgem agora dois novos equipamentos orientados para mercados diferentes: Nook (um concorrente directo ao Kindle) e o "QUE proReader" (orientado para o mercado empresarial pois lê documentos Office). Com estes dois equipamentos em competição com os actuais nada será como dantes no mercado dos e-books.
Natal foi altura de prendas e as empresas sabem vender para a árvore de natal, embora este ano só o Kindle foi efectivamente recebido debaixo da árvore. As outras empresas recorreram mais ao vale-prenda pois os pedidos foram acima do esperado.


Janeiro é a altura da divulgação das novidades tecnológicas, especialmente com feiras tecnológicas como a CES2010. Na imagem os Slate da Samsung e o da HP, este apresentado por Steve Ballmer, CEO da Microsoft (Foto: Mario Anzuoni/Reuters).

A Apple também irá entrar no mercado mas sem a "tinta digital"... mas vão ter vantagens na visualização de revistas... e o 'mundo' já aguarda por estes "iPhone gigantes"

Onde?
Estamos numa aldeia global mas aqui surge a barreira da língua e das culturas empresariais locais. Claro que este movimento para o digital é quase um exclusivo de dos países onde os conteúdos (livros) existem em versão e-book (ou pelo menos para quem lê em inglês!).

As editoras internacionais já publicam os mais recentes êxitos de literatura mesmo antes de serem publicados em versão papel.
Ao acompanhar as tendências dos filmes ou músicas publicadas antes da publicação oficial, podem assim publicar as versões "Early releases" que são distribuídas em circuitos fechados para comunidades especiais (como os utilizadores do site www.librarything.com ou para alguns bibliotecários ou jornalistas da área).
Portanto quando um livro da série Twilight aparece na janela de uma livraria já muita gente o leu e já é recomendado por quem é importante na divulgação!

Como tudo é diferente em Portugal onde a oferta de livros recentes em formato digital é ainda uma raridade (com excepção de alguns livros que começam a sair em versão pirata!). As editoras ainda estão a usar o sistema de esperar para ver e pouco preocupadas com as novidade editoriais mas mais com as antiguidades que já nem pensam republicar. Ao menos isso!
Ou então agem com soberba e ignorando que são elas próprias a causa de não ganharem dinheiro com o novo formato, apenas porque o temem (acima de tudo é ignorância o que aqui está em causa):
E quando se edita alguma coisa, mesmo que antiga, até é notícia de jornal:
Será que vão ser ultrapassadas pelas livrarias?

As livrarias
As grandes livrarias estão a vender e-books como pães quentes... e cada grande livraria está a investir ainda na comercialização e produção de leitores específicos. Assim a Amazon trabalha com o Kindle... o que nem sempre é bom em termos futuros. Seria como comprar livros em papel... mas com estantes da IKEA e nunca os poder mudar de estante. Mas o certo é que têm sido as grandes impulsionadoras dos e-books .
A novidade deste ano é a Barnes e Noble que investiu em dois leitores (que possuem já aquele factor "super cool") e estão a fazer disparar o interesse em e-books (1 milhão disponíveis, incluindo todas as novidades... isto a acrescer à integração dos livros digitalizados pelo Google na sua livraria.)
Ainda por cima estão ligados a novas ideias no mundo dos e-books: convidam a ir à livraria ler um e-book gratuitamente, emprestar um livro digital por 14 dias a um amigo, etc, etc.
A táctica desta grande livraria/editora assenta em duas soluções de hardware (QUE proReader e Nook), orientados para dois públicos distintos e ambos com tinta electrónica.
Estes já perceberam o que está em causa por parte dos leitores: não é o equipamento, são os serviços!


Que aparelhos escolher?
2010 vai fazer aparecer inúmeros equipamentos e orientados para necessidades e leitores específicos. Assim sendo os principais adversários representam igualmente soluções diferentes e cada leitor vai ter de analisar o mercado.
É igualmente uma revolução cultural que está em causa e passar do livro em papel para o livro digital não é fácil.


Solução 1 - Para leitores em jeans = Nook
(Livraria Barnes & Noble,  259 dólares www.barnesandnoble.com/nook/)
Tamanho livro de bolso (19,6x12,4 cm, 1,3 de espessura, 317 gramas), especificamente para livros (vários formatos), também lê MP3. Prático, simples e funcional... e bateria para 10 dias!
Notícias:

Até vai dar para ir à loja e ler o livro que se quiser em formato digital (em vez de andar a mexer nos livros em papel!). Com a vantagem de que pode ler livros que não tenham sido comprados na livraria A, B ou C.



Análises críticas em vídeo (e algumas até divertidas!)

Para a revista TIME já aparece em 2º lugar no quadro de honra dos Gadgets de electrónica do Ano
Top 10 Gadgets logo a seguir ao Motorola Droid.



Solução 2 - Para leitores de fato e gravata = QUE proReader
(Plastic Logic) - www.quereader.com/ (649 dólares, só sai em Abril)
Leitura de documentos pensada para empresários e não apenas para literatura (dá para todos os documentos que possam ser imprimidos no computador)
A máquina é do tipo bloco A4, 7 mm de espessura... e tudo em plástico (podem deixar cair no chão) e provavelmente na casa dos 500 dólares. Vai ser a "pasta de executivo a caminho da reunião"!





Solução 3 - Para os adeptos da Amazon= Amazon Kindle DX -

(Amazon por 399 euros www.amazon.com/kindle - nova versão a 19 de Janeiro)
A versão anterior foi um sucesso comercial, está implementado, tem imagem de marca e está bem integrado com outros equipamentos (iPhone).
O verdadeiro problema deste leitor são os formatos dos documentos. Quem usa Amazon estará bem servido mas não é aposta séria para instituições ou para o futuro.



Solução 4 - Reader Daily Edition
(Sony - 399 dólares)
É o sucessor do Sony Reader Touch (actualmente o único adversário do Kindle) e deixa de ter os problemas do anterior que era pequeno e implicava ligações ao computador para carregar documentos.  Agora com acesso 3G gratuito à loja Sony a inovação será a sua utilização num sistema de empréstimos nas bibliotecas dos EUA (públicas e universitárias) em que o empréstimo já inclui a própria máquina! Claro que serão livros com protecção de cópia (DRM) o que pode ser um problema para as próprias bibliotecas pois vão ficar dependentes de um sistema (e claro a Europa ficará para mais tarde!)


Modelo de distribuição e de formatos
A guerra agora é: ser como o Kindle (disponibilizar os seus livros em vários leitores... mas só ler formatos específicos) ou seguir o modelo do Nook (os livros de todas as livrarias/formatos podem ser lidos no seu leitor).
A última aproximação será a melhor pois permitirá aos leitores escolherem outros equipamentos no futuro... isto desde que sejam livros em formatos abertos!

Preços de livros: o último livro de Dan Brown custa, na B&N, 13 euros em papel e 6,5 euros em formato digital. Os livros depois descem de preço e é possível encontrar livros a menos de 3 euros. Mas, tal como na música, a venda em lojas das editoras só será um sucesso se atingir o mítico preço de 99 cêntimos de dólar!



Tendências futuras
Agora só faltam ecrãs de tipo maleável (já aparecem em demos) e ilustrações a cores (o Kindle já abriu a guerra neste mercado). Para o natal de 2010, as tendências serão:
  • Visualização de fotografias a cores.
  • Leitores em plástico flexível
  • Multimédia vai estar em força em leitores tipo "tablet" e "slate"
  • Um Nook abaixo dos 100 euros?!
  • Livros a 99 cêntimos?
A Qualcomm já está a avançar com o seu Mirasol que permite cores e vídeo:

Análise: www.slashgear.com/qualcomm-mirasol-color-video-ebook-readers-to-ship-in-2010-1863752/

E 2011? A proposta da Plastic Logic será um leitor de e-books flexível (olhem só para a parte do ecrã e não os acessórios!): http://www.youtube.com/watch?v=0znv3V-GsNk

Máquinas a ter atenção no futuro:

E muitas mais irão surgir!
      Os serviços do futuro
      Os aparelhos que estão em produção vão permitir a leitura de livros mas também de outros documentos multimédia. A digitalização de documentos antigos não tem estes equipamentos como alvo (os livros digitalizados são imagens e não texto), mas as novas edições serão o campo de navegação destes equipamentos.
      O empréstimo de documentos é o segredo do sucesso para o utilizador e o grande perigo para as editoras.
      O novo mercado será a visualização dos jornais e revistas o que fará alterar os hábitos de leitura online. Mas ainda é cedo, pois o segredo estará na capacidade de transmitir publicidade e isso só se vai conseguir com acessos online gratuitos (e não apenas baratos!)


        Síntese - máquinas e leitores:
        São muitas novidades ao mesmo tempo comprovando um mercado em expansão. Em ambos os casos a 2ª versão dos equipamentos vai ser muito mais interessante, mas já perceberam que o sucesso não está na tecnologia (a tinta electrónica já tem nível elevado para leitura e com baterias para mais de 10 dias...) mas sim nos serviços (empréstimos, vários formatos de documentos, etc).
        A questão estará sempre no que pretende a pessoa que vai ler e nos documentos disponíveis.
        Para mim o ideal será um leitor de ebook que seja como o Nook (fisicamente e em formatos de documentos) e tenha visualização de documentos a cores. E nem preciso que leia outros documentos multimédia! Simples e eficiente é o que se pretende, e por isso vou esperar!
        É a vantagem de estarmos em Portugal... no Natal de 2011 ou 2012 vai ser muito mais interessante escolher!

        E o computador?


        Para quem usa o computador para ler e-books... a melhor aposta é o gestor e leitor gratuito:

        Para colocar na agenda: 
         7 a 13 de Março 2010 - Read an e-book week

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        Vocabulário de Mudança

        Enquanto não sai o VOLP do ILTEC podemos consultar o "Vocabulário de Mudança" (2008) que pretende facilitar a adaptação às alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990).
        "Embora as palavras cuja grafia muda sejam uma pequena minoria, o número de regras que são alteradas é significativo e nem sempre é imediatamente claro quais as palavras que são afectadas e como passarão a ser escritas. Este vocabulário contém todas as palavras que passam a escrever-se de maneira diferente, indicando para cada uma as grafias anteriores e a grafia nova."
        As palavras da base MorDebe afectadas pelo Acordo Ortográfico são 4 497, o que corresponde a menos de 4% do total. Destas, 2 703 apresentam modificações na grafia; as restantes são apenas variantes que passam a ser legalmente válidas em toda a CPLP.
        Fonte: www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=novoacordo

        Lista das palavras da MorDebe cuja grafia muda com o Acordo de 1990
        www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=novoacordo&act=list&version=all

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        Concurso literário Ministério da Poesia


        Quer editar o seu livro? Quer editar os seus poemas? A Editora WAF procura escritores e poetas para publicação.
        Inscrições até 20 de Janeiro de 2010.
        Inscrições abertas a poetas de todo o mundo em www.worldartfriends.com

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        A importância de ler aos filhos

        Um vídeo para fazer pensar com uma mensagem de Alejandra Garcia Rosado (México) a defender as vantagens da leitura aos filhos à hora de dormir.




        O momento da leitura de história surge como uma forma de suprir a necessidade de um tempo específico para o filho.
        A leitura aos filhos apresenta ainda benefícios ao nível da autoestima e da segurança mas também contribui para a aquisição de hábitos de leitura. No caso de se fazer uma recriação de histórias a partir da vivência do dia do filho, o conto serve igualmente para orientação comportamental.
        Site da autora do vídeo: http://psicologaalejandragarcia.com

        Para completar o tema pode ainda ler estes artigos publicados na Associated Content. Não são artigos científicos mas o seu conteúdo está bem elaborado para pais que querem dar o melhor aos seus filhos.

        Ten Important Reasons to Read to Your Child (por Lucy John)
        http://www.associatedcontent.com/article/149699/ten_important_reasons_to_read_to_your.html?cat=25

        Raise Your Child to Be an Avid Reader (por Lucy John)
        http://www.associatedcontent.com/article/472717/raise_your_child_to_be_an_avid_reader.html?cat=25

        Raising Reading Children  (por Marsha Raasch)
        http://www.associatedcontent.com/article/61872/raising_reading_children.html?cat=25

        Raising a Child as a Reader ( por Faten Abdallah )
        http://www.associatedcontent.com/article/168924/raising_a_child_as_a_reader.html?cat=25

        How to Read to Children (por Marilisa Kinney Sachteleben)
        http://www.associatedcontent.com/article/1405924/how_to_read_to_children.html?cat=25

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        Os monges copistas do séc. XXI


        A digitalização dos livros antigos e mesmo de livros anteriores à produção em suporte informático do texto é um dos passos fundamentais para a institucionalização dos e-books e à própria preservação e acesso aos conteúdos. Como fazer?  A biblioteca de Alexandria ganhou a sua preponderância ao ter direito a copiar todos os textos que chegassem a Alexandria nos barcos dos mercadores.
        Na Roma clássica os escravos amanuenses (do latim amanuensis, da expressão latina "ab manu" - à mão)
        A Europa medieval fez surgir um modelo de oficinas de copistas em grandes bibliotecas em mosteiros e assente na cópia manual: os monges copistas produziram cópias do saber enciclopédico, permitindo-se embelezar o texto ao gosto da carteira do destinatário mas também a escrever com abreviaturas pois o tempo era tudo. os Os erros em cópias eram dramáticos e os estudiosos da época apreciam cada um destes detalhes pois muitas vezes levaram a interpretações diferentes do texto. Claro que nas universidades o sistema foi ideal para estudantes com baixos rendimentos, os sucessores dos monges.
        O século XV de Gutenberg trouxe a mecanização à cópia, e a imprensa dominou os séculos seguintes. O preço desceu mas a edição continuou cara. A sorte é que poucos sabiam ler!Certo que existiam alguns sistemas de impressão baratos, embora de má qualidade... e nas universidades nasceram as Sebentas!

        Em 1938 Chester Carlson inventa a fotocopiadora eléctrica que utiliza um processo que será baptizado de xerografia pela Xerox (uma página... 45 segundos!). As fotocopiadoras do século XX disponibilizaram um processo barato mas de baixa qualidade, para além de serem destrutivas do próprio original... e obrigavam a utilizar mais papel.

        E mais uma vez as fotocópias foram a salvação dos universitários que assim puderam estudar fora das bibliotecas e validar um novo conceito: massificação do ensino.

        Os scanners de computador vieram trazer a independência face ao papel mas eram lentos e com baixos resultados em livros que sempre apresentam uma curvatura no centro. E virar folhas?! Em termos práticos não foram de grande utilidade para a digitalização.
        Digitalizar livros que não foram feitos para facilitar essa tarefa, livros com tamanhos e formatos diferentes, com curvaturas ao abrir, livros frágeis e com papel de cores amareladas parece uma tarefa impossível.

        Ou será que não? É que o século XXI fez surgir um modelo robotizado de digitalização. Existem até vários processos mais ou menos automáticos, mas digitalizar 3000 páginas numa hora implica muito trabalho mecânico! Sim três mil!
        A Google patenteou (em Novembro de 2009 e representado na foto) um sistema de digitalização com reconhecimento de padrões projectados no livro de forma a se poder efectuar a correcção da curvatura dos livros. A industrialização chegou ao mundo da digitalização e é como ver um sistema de enchimento de garrafas... ou qualquer outra tarefa totalmente mecanizada.

        Também existe trabalho manual na digitalização, e a Índia tem sido um dos grandes centros de digitalização. Se Portugal deu novos mundos ao mundo, a Índia tem dado muitas páginas digitais ao mundo. O modelo de digitalização da Google não foi ainda revelado (oferta de um doce pelo vídeo!).
        Algumas notícias apontam que algum do trabalho actual foi feito por um sistema desta empresa:

        (Vale a pena ver todo a explicação do processo)

        Naturalmente existem vários sistemas mecânicos de digitalização e mudança automática de página, e como estamos habituados a pensar em digitalizações de secretária com um scanner lento e páginas contra um vidro... aqui fica mais um exemplo de uma máquina que funciona fora dos conceitos tradicionais:


        Os copistas medievais encontraram um sucessor à altura, pois já não existe apenas a quantidade mas também a qualidade: veja como um livro do séc XVI pode ser digitalizado num abrir e fechar de olhos
        Esta é a salvação não só dos universitários mas agora de toda a humanidade. Não é tão chique dizer isto como falar mal de escapes de automóveis, CFC, etc, mas um livro em papel é um atentado ecológico.
        Só será possível massificar a leitura de forma sustentada com livros digitais. E assim não só as universidades mas todos podem começar a ter acesso aos documentos a partir de casa.
        Agora restam dois problemas: como massificar o uso da Internet a nível mundial?
        E um ainda de solução mais difícil: os editores de países como Portugal deixarem-se de provincianismos e começarem a publicar electronicamente os livros que editaram com recurso ao computador. É que o trabalho está feito, não é preciso digitalizar, muitos estão esgotados e não vão ser reeditados... só falta mesmo publicar electronicamente. Ou será que teremos dizer como o outro... "não gostas de dinheiro"?

        Fonte parcial: http://scitedaily.com/googles-book-scanning-technology-revealed/

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        A pronúncia de Cascais?


        Em tempos corria a ideia que era na zona de Coimbra onde se falava o português mais correcto. Com o novo acordo ortográfico o Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC) quer colocar a região de Lisboa como a norma na pronúncia do Português Europeu!! E assim cai o mito que só se está a rever a grafia: a fala lusa não ficará igual!

        Isto tudo porque é necessário criar um Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) pois o acordo deixa muitas opções em aberto e assim em caso de dúvidas, será a referência oficial da língua... e que já devia estar pronto em 1993:
        Os Estados signatários tomarão, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração, até 1 de Janeiro de 1993, de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas. (Artigo 2 do Acordo Ortográfico, 1990)
        Ao que parece ninguém se entendeu para criar um VOLP comum pelo que a confusão aumentou.
        E se o Brasil, onde o acordo já está em vigor, já tem um VOLP com 350 mil entradas e que foi coordenado por Evanildo Bechara (VOLP - ABL, 2009), Portugal parece que vai ter três!
        • A Porto Editora já editou um com a coordenação de Malaca Casteleiro e mais de 200 mil entradas (VOLP - Porto Editora, 2009).
        • Outro está em preparação pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC) será coordenado por Margarita Correia e terá com mais de 150 mil entradas. Será gratuito (foi apoiado pelo Fundo da Língua Portuguesa) e que ficará disponível online no Portal da Língua Portuguesa (estava previsto para dia 4 de Janeiro 2010). 
        • Um terceiro (resumido e com 60 mil entradas?) está a ser elaborado pela Academia das Ciências de Lisboa com a supervisão de Maria Helena da Rocha Pereira e Aníbal Pinto de Castro (em Junho de 2009 foi anunciada a conclusão até ao final de 2009).

        Com tudo isto é preciso saber qual a tradição seguida para definir a forma de escrita. para a ILTEC, é Lisboa:
        "O acordo remete muitas vezes para uma tradição, mas em lugar nenhum define qual é essa tradição. Por isso optámos por regularizar bastante a ortografia". Em muitos casos isto significou tirar os hífens (de "cor-de-rosa", por exemplo, que o acordo admitia com hífens referindo a "tradição", ao mesmo tempo que deixava sem hífen "cor de vinho"). Quando a referência é a pronúncia optou-se por seguir a da região de Lisboa. (Margarita Correia, ILTEC)
        E para os outros? «É a pronúncia do Norte / Os tontos chamam-lhe torpe» (ver vídeo)

        Sobre o VOLP ler: www.ciberduvidas.com/articles.php?rid=2100

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        Kim Possible: Fora de prazo


        Kim Possible é uma agente temível no combate ao crime. O pior é resolver os problemas banias da escola, tal como encontrar "aquele" livro da biblioteca que já está muito atrasado (A brief history of cheese).
        A bibliotecária é terrível e Kim vai ter de trabalhar na biblioteca enquanto os seus amigos, Ron e Wade, iniciam uma missão para tentar recuperar o livro... será que conseguem? E ela aprende a arte de arrumar livros na estante?

        Parte 1

        Parte 2


        Sobre a série animada Kim Possible: http://en.wikipedia.org/wiki/Kim_Possible

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        2010 Ano Internacional da Biodiversidade


        2010: Ano Internacional da Biodiversidade (Nações Unidas) -
        tema: "A biodiversidade é a vida. A biodiversidade é a nossa vida"
          No ano da Biodiversidade  pretende-se realçar a importância vital que a biodiversidade tem para o bem-estar humano e para a sua sobrevivência. O ponto alto será a Convenção de Chefes de estado sobre a Biodiversidade que terá lugar, em Nova York, a 20 de Setembro de 2010. Como preparação existirá ainda uma e-conferência, a ANIEC 201.
          O ano terminará em Kanazawa, no Japão, em Dezembro de 2010 com uma cerimónia que marca o início do Ano Internacional das Florestas 2011.
          • Nota: 22 Maio é o Dia Internacional da Biodiversidade
          Sobre a biodiversidade... comece por aqui::

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          2010 um ano internacionalmente importante

          2010 é um ano dedicado a variadas comemorações:


          • 2010: Ano Internacional da Biodiversidade (Nações Unidas) - tema: "A biodiversidade é a vida. A biodiversidade é a nossa vida" - Site oficial: www.cbd.int/2010
          • 2010 Ano Internacional da Juventude, (começa oficialmente em 12 de Agosto de 2010 sob o tema "Diálogo e entendimento mútuo"). As acções deste evento culminarão a realização dos Jogos Olímpicos da Juventude que acontecerão em Singapura de 14 a 26 de Agosto.
          • 2010 Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social (saber mais... [pt] )
          • 2010 Ano Internacional de reaproximação de culturas (Unesco) (saber mais...[en] )
          E é de notar ainda que o Ano Internacional da Astronomia, em Portugal, só termina em Março de 2010

          Em termos de décadas, e ignorando a polémica do começo e final de décadas... 2010 marca o início de uma nova década:
          • 2010-2020: Década da Terra (saber mais...[pt]) 

          Também em 2010 terminam várias décadas... 
          • 2001-2010: Década para Redução Gradual da Malária nos Países em Desenvolvimento, especialmente na África (saber mais... [en])
          • 2001-2010: Segunda Década Internacional para a Erradicação do Colonialismo (saber mais... [en])
          • 2001-2010: Década Internacional para a Cultura da Paz (saber mais...[en])
          • 2001-2010: Década Internacional para a Cultura da Paz e não Violência para com as Crianças do Mundo (saber mais...[en])
           2010 está ainda integrado no meio de outras décadas... 
          • 2003-2012: Década da Alfabetização: Educação para Todos (saber mais...[en])
          • 2005-2014: Segunda Década Internacional para os Povos Indígenas do Mundo (saber mais... [en])
          • 2005-2014: Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (saber mais...[en])
          • 2005-2015: Década Internacional para a Acção "Água para a Vida" (saber mais...[en])
          • 2005-2015: Década das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável
          Fontes:

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          Concerto de ano novo 2010

          Começar o ano a ouvir o concerto de ano novo da Filarmónica de Viena é um bom auspício e um bom começo de ano! Assim mais um ano começou a apreciar Strauss e companhia... e como muitos milhões de pessoas... sentido muito informalmente num sofá e com som no nível "chatear vizinhos".
          São 153 minutos de serviço público de qualidade da RTP/Eurovisão mas que constitui um autêntico espectáculo de massas: é o espectáculo de música clássica com a maior cobertura televisiva e radiofónica no mundo. Para além da qualidade sonora a qualidade das imagens é elevada incluindo imagens de exteriores e momentos de bailado.

          A abertura (opereta O Morcego) foi excelente.. e o final apoteótico como sempre. Beleza, qualidade sonora, magia e alegria. Afinal aquilo que faz com que cada concerto esteja esgotado... com um ano de antecedência (a inscrição para o sorteio de aquisição termina a 23 de Janeiro).
          Este ano Georges Prêtre voltou a conduzir a orquestra, sendo Franz Welser-Möst o maestro designado para o próximo ano.
          E para quem acha que a musica clássica é aborrecida, veja e ouça estes 4 minutos finais do concerto com a marcha Radetzky que costuma encerrar os concertos de ano novo (começa ao minuto 1).


          Sites:

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          2009 em imagens da Time

          Os fotógrafos da Time reanalisaram as melhores fotografias de reportagem do ano 2009 e os momentos que rodearam a sua captura, criando assim um número especial da revista.




          O resto do artigo está em The Year in Pictures 2009

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          Os vídeos virais de 2009

          2009, um ano que passou em vídeos... ou pelo menos a vida de quem esteve agarrado ao Youtube!



          A escolha dos vídeos pertence à Time Magazine.. mas ainda podiam ter sido incluídos mais alguns neste top.

          Será que perdeu algum destes vídeos?!
          Então basta ir ao artigo completo (com comentários para os distraídos): The Top 10 Viral Videos of 2009

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          Adeus a 2009 numa Wave

          Se 2009 fosse colocado numa Wave do Google seria algo como isto:


          Um vídeo a ver duas vezes pois algumas coisas ocupam muito pouco espaço. Curioso como vi todos os vídeos que ali aparecem!


          Uma outra visão (mais USA): Never a Year Like'09 - (do site JibJab http://sendables.jibjab.com/ )

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