Bomani Armah - Read a Book (Música)

Read the book

Sobre o cantor Bomani "D'Mite" Armah: "I'm not a rapper, I'm a poet with a hip-hop style"

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Ler um livro que não se quer ler

Ler um livro que não se pretende ler é como cortar uma árvore grande: a melhor opção é fazer peça-a-peça, capítulo-a-capítulo

O autor Jim Trelease escreveu o best seller The Read-Aloud Handbook (1982). No seu site encontra vários excertos.

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Bibliotecários masculinos

Banda desenhada: "Penny Arcade"

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Librarian by day. Bacardi by night

Nada como acompanhar um anúncio com um belo estereótipo:

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Summer Reading 2010

O site Summer Reading 2010 em www.summerreading.org abriu mais uma campanha de verão e promove actividades para leitores de todas as idades através da criação de redes de leitores e partilha das suas experiências. 
Ao mesmo tempo, esta iniciativa mostra como as bibliotecas se envolvem na promoção da leitura mesmo em ocasiões especiais ou de férias. É que as bibliotecas nunca vão de férias mesmo se estiverem fechadas!



Why read over the summer?
Studies show that children and teens who read during the summer are better prepared for school in the fall. Also, reading for fun results in significant gains in vocabulary, fluency, and comprehension. Plus, summer activities and trips always call for good books!


Campanha das bibliotecas de Nova Iorque:

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Para fantasmas? Não, obrigado!

A biblioteca pública de Nova Iorque enfrentou nos últimos meses uma proposta de cortes significativos no seu orçamento para 2011 (37 milhões de dólares) o que a levaria a encerrar alguns dias da semana. Foi então altura de pedir à população que se envolvesse, lançar campanhas para angariação de fundos sem deixar de pressionar as autoridades. Tudo isto foi concertado na campanha: Don't Close the Book on Library.
O facto de o edifício principal da Biblioteca Pública de Nova Iorque (edifício Stephen A. Schwarzman ou mais popularmente "Main branch" situado na Fifth Avenue com a 42nd Street) ser local para inúmeras cenas em filmes, entre as quais as do filme de culto "Caça Fantasmas", fez surgir a ideia de uma intervenção de rua. Assim, para que a biblioteca não ficasse entregue aos fantasmas por falta de verbas para estar aberta... foi preciso fazer uns telefonemas aos Caça Fantasmas (a campanha de angariação de donativos baseava-se também em chamadas de valor acrescentado)
You you gonna cal?

Guard: Sir, what are you doing?
Ghost: Um… haunting the library!
Ver: produção do vídeo Caça Fantasmas:  

Nova Iorque possui 200 bibliotecas públicas (geridas pela New York Public Library System, a Brooklyn Public Library e a Queens Library) e mais de mil bibliotecas escolares, universitárias ou institucionais.
No dia 4 de Junho Paul LeClerc, o presidente da NYPL, dirigiu-se à assembleia municipal, num texto que deve ser lido com atenção:
My argument this morning is a simple one:
* that public libraries are more essential to the welfare of New Yorkers than ever before
* that they are being used in record numbers because the people of the communities you represent know and appreciate how they add immense value to their lives
* and that investing in public libraries costs the City very little—basically one half of one percent of the overall City budget, really a rounding error in a $60 plus billion dollar budget—but is the smartest investment you could make in terms of the results you get.
ver texto da apresentação


No final conseguiram os intentos e ficar abertos 6 dias por semana. Assim agradeceram à população com um... Obrigado New York (não falta lá o português!):

Do mesmo modo todos devemos agradecer a Nova Iorque, já que a diminuição do horário de abertura colocaria ainda mais em causa a existência de biblioteca públicas nos EUA e todos sabemos como estes movimentos têm tendência para alastrar. Para o ano há mais!
Por outro lado a biblioteca pública de Nova York tem uma dimensão e um impacto na vida da sociedade local incalculável... não esquecendo que a sala de leitura do seu edifício principal é uma das salas mais fotografadas dos EUA.

Conclusion: Libraries provide hope to the economically disadvantaged, inspiration to the new immigrant and a safe and nurturing space for those in need. But, most importantly, libraries provide answers to those in search of knowledge and discovery. (Paul LeClerc, NYPL)
    Sobre o filme Ghostbusters e as cenas originais na biblioteca de Nova Iorque ver um artigo anterior:
    http://bibliotequices.blogspot.com/2007/11/fantasmas-na-biblioteca.html

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    Sábado com Realidade Aumentada

    A edição da revista Sábado de 23 de Julho é uma versão especial pois a sua leitura é ampliada com documentos acessíveis apenas a quem tem internet e uma webcam.

    Para além do papel, o leitor vai precisar de um computador ligado à internet e uma webcam. Ler (e ver, e ouvir) a SÁBADO vai ser diferente.  A tecnologia utilizada chama-se Realidade Aumentada e é, pela primeira vez, utilizada numa publicação portuguesa.
    Este método permite apresentar aos leitores conteúdos que não estão impressos no papel mas a que estes poderão aceder colocando a revista em frente ao computador. Os códigos "escondidos" na capa e em algumas páginas da revista são lidos pela webcam e reconhecidos pelo site da revista, gerando imagens e texto que à partida estariam ocultas.  As páginas da revista ficam associadas a pequenos vídeos que se integram na imagem da própria revista no ecrã, integrando o real e o virtual. No caso desta revista a hora do dia também influencia os conteúdos a exibir.

    Nuno Markl será o vosso guia


    Site da revista: http://www.sabado.pt/
    Site para leitores da revista "aumentada": http://ra.sabado.pt/
    Para saber mais sobre Realidade Aumentada: http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada

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    O estado da internet

    A internet em números, grandes e significativos números!

    Dados de Fev2010
     Podem ver a versão deste mesmo vídeo em Espanhol: http://vimeo.com/10884772

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    Lucky Luke, (2009) - Filme

    Lucky Luke de volta ao grande ecrã, em carne e osso mas continua mais rápido que a sua sombra



    Lucky Luke tenta pendurar o seu colt e dedicar-se à agricultura mas acaba por ter de voltar à acção e "limpar as ruas" de Daisy Town (ambora o cavalo Jolly Jumper ache que o herói é ele mesmo).
    O velho oeste selvagem está bem representado neste filme, com as presenças de Billy The Kid, Calamity Jane, Pat Poker, Jesse James e Belle Starr.
    O argumento mistura partes dos vários álbuns da BD de Morris mas falta-lhe qualquer coisa. A banda sonora é muito boa e marca o ambiente. Os cenários são um pouco fracos mas o actor principal compensa com o seu desempenho (na versão ecológica sem cigarro na boca) e Billy the Kid arrasa sempre que aparece.

    En francais? Ah si c'est bon ça!

    Realização: James Huth
    Argumento: René Goscinny, James Huth
    Baseado na Banda desenhada "Lucky Luke" criada por Morris
    Ficha técnica: http://www.imdb.com/title/tt1235536/
    Site do filme: http://www.lucky-luke-le-film.com/
    Site da BD: http://www.lucky-luke.com/fr/

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    Reduzir para melhorar ou para poupar?

    Foi publicada a Portaria 558/2010 de 22 de Julho que altera o anexo I da Portaria 756/2009 de 14 de Julho, ou seja altera o rácio de professores bibliotecários por alunos/bibliotecas escolares. A alteração é uma simples redução, por exemplo em vez de atribuir 3 professores bibliotecários a agrupamentos com 3 ou mais escolas e com 1700 alunos agora isso só acontece com 2100 alunos. E isto numa altura em que os agrupamentos crescem e aumentam as distância entre as bibliotecas escolares onde os professores bibliotecários vão ter de exercer as suas funções.!
    Se todos sabemos que estamos a falar de reduzir custos, já o legislador (o tal que só tem espírito) gosta de fazer introduções criativas, aliás um mau hábito que também se devia erradicar para poupar PDF e horas de leitura. Repare-se:
    "Volvido um ano de vigência do referido diploma legal, a experiência entretanto adquirida pela sua aplicação veio evidenciar a necessidade de optimizar a afectação de docentes à função de professor bibliotecário. (...) a previsão dos ajustamentos a introduzir reflecte a preocupação de acautelar a eficácia e eficiência" (...) e salvaguardar o serviço que prestam quer às diferentes comunidades educativas quer aos diversos utentes que a elas recorrem, reconhecendo -se o importante papel que as bibliotecas escolares desempenham no sistema educativo português.
    É mesmo altura de um provedor do leitor: "Ó meus amigozzzz...não havia necessidade". Digam apenas que fizeram esta alteração para economizar. Aliás até escreveram::
    "uma melhor adequação da relação custo/benefício no funcionamento destas estruturas de apoio à aprendizagem"

    Qual será o problema neste país em dizer: "Não vamos fazer isto para pouparmos dinheiro!"
    É que de resto é melhor estarem calados e não dizerem coisas sem fundamentos.

    PS: para a próxima podiam chegar a estas conclusões brilhantes um mês mais cedo? É que os concursos de professores bibliotecários até terminaram no dia 15, os concursos de professores estão a correr e alguns professores retirados do concurso por terem ficado como professores bibliotecários, pessoas a ficarem sem horário ou escola, é capaz de ser um pouco sem sentido não? Ou foi agora porque calhou?

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    Prof. bibliotecários: o que fazem?

    Nos últimos tempos, muito provavelmente ligado ao concurso a professor bibliotecário deste ano, e em alguns dos blogues mais conhecidos na área da educação em Portugal, têm surgido artigos questionando o papel dos professores bibliotecários.
    Entre visões tecnocráticas de funcionalismo, visões educativas pelo conflito na defesa de territórios bem como orientações de estilo pseudo-eduquês sob a forma de crítica ao próprio eduquês, de tudo se vê um pouco. Surgem pessoas a protestar pelo excesso de recursos e de condições (!), pessoas a protestar por não estarem todos os professores a dar aulas ou até desconsiderando os que não dão aulas não percebem nada do que se passa na escola.
    É um disparar para todos os lados, claques e contra-ataques. Se parece um ataque aos professores bibliotecários a tempo inteiro, é mais que isso. Nem aqueles professores bibliotecários que também têm turma escapam: são todos uns oportunistas e mandriões, o que querem é não dar aulas e "quem dá aulas é que é bom". Temos então uma autêntica visão estereotipada da luta de classes dentro de uma classe, a mole humana contra os que se distinguem do conjunto, os sacrifício de muitos contra os privilégios de poucos.
    Na sociedade actual, e naturalmente na educação, este processo de crispação entre pares é muito comum: em tempos de conflito e crise é necessário encontrar "os outros" de forma a dar força ao "nós", que mais não é que uma forma encapotada de falar num "eu" fraco se exposto. Como em tudo segue-se sempre a via mais fácil: apontar dedos para fora em vez de nos olharmos ao espelho. Esquecem que quando apontamos um dedo outros 3 ficam a apontar na nossa própria direcção.
    Ao longo de vários comentários e artigos surge a velha visão redutora: só é professor quem dá aulas, aqueles que são os verdadeiros membros da classe docente.
    Agora o ataque é os professores bibliotecários, depois o desporto escolar a seguir o ensino especial, hoje a minha escola, amanhã o mundo!

    É um modelo de "educação de quintal" ou mesmo do "meu" quintal. A educação da sociedade pode esperar e não é para aqui chamada. É uma visão redutora da educação, uma falta de visão sobre as necessidade da sociedade
    Quem sabe se os muitos agricultores de Farmville, que passam o tempo a pedir colaboração para as suas colheitas e quintas e vivem em rede social, consigam fazer o paralelismo com o trabalho de aula e o trabalho de biblioteca escolar numa colaboração em rede educativa!
    Como nunca me canso de repetir, conscientemente e de forma provocatória com que todos os exageros se rodeiam, é preciso recordar que muitos (quantos?) professores não foram frequentadores ou utilizadores de bibliotecas na sua vida escolar como alunos. Do mesmo modo as bibliotecas tinham funções diferentes e as exigências dos cursos liceais ou universitários, mesmo os de humanidades, eram bem diferentes. Há um quarto de século (!), quando fui aluno universitário, muitos dos meus colegas nem sequer precisaram de ir à biblioteca para se licenciarem tendo dedicado mais tempo às reprografias. Era assim que funcionava o sistema e, sem crises ou dramas, resultou. É pois natural que seja agora difícil pensar e fazer de forma diferente com os seus próprios alunos! Existe aqui então um salto qualitativo, uma transformação de práticas que levará muito tempo a estabilizar. E que sem mais volta a irromper à superfície quando no meio de outros problemas.

    Isto não se trata de mais uma manifestação do eduquês das teorias do ensino construído e participado contra o expositivo (que eu tanto gosto e que tem muito menos defeitos que os que se lhe apontam). O que está aqui em causa é mesmo uma mudança de mentalidades, a necessidade de deixar de trabalhar em quintas e passar a pensar em espaços mais abrangentes. Não são só os alunos que estão aqui em causa, são os próprios professores e o sistema educativo.

    Pode a escola viver sem professores bibliotecários a tempo inteiro? Pode... mas não é a mesma coisa!

    Quando os professores colocam a questão "O que fazem os professores bibliotecários?" algo vai errado no reino escolar e em várias áreas,
    • Nas bibliotecas escolares que não conseguiram envolver-se no trabalho curricular, prestando os serviços necessários ao sucesso educativo dos alunos
    • Nos professores bibliotecários que não conseguiram desempenhar as suas funções de acordo com o estipulado para a sua função nem conseguiram mostrar a sua utilidade
    • Nos professores com turma que não utilizam a biblioteca em actividades planeadas previamente com o professor bibliotecário... e talvez só a usem para irem deixar os miúdos a pesquisar na Internet até ao próximo intervalo.
    • Na instituição que não conseguiu ter uma identidade própria na utilização dos seus recurso nem consegui promover o trabalho numa equipa única de todos os profissionais
    • Na forma de ver o mundo escolar com apenas com dois lados , o bom e o mau.
    Mais que questionar os outros é preciso questionar a actuação de cada um, o que pretendemos para o futuro dos alunos e da instituição..
    E isso estende-se desde os professores que se dedicam em exclusividade à leccionação de turmas, aos que desempenham em complemento ou em exclusivo funções administrativas e aos próprios professores bibliotecários.
    Cabe a estes e às suas estruturas implementar modelos de trabalho colaborativo em função dos objectivos educativos de uma escola, de uma comunidade, de um país.

    Quanto aos artigos dos blogues
    "A educação do meu umbigo"

    ProfBlog

    O que fazem (deviam fazer) os professores bibliotecários?

    A resposta pode ser dada de várias formas, está claramente legislada, existe muita literatura sobre o assunto... mas este vídeo da Universidade Aberta com a Isabel Mendinhos será uma boa via:

    Sobre o vídeo:
    Professores bibliotecários a tempo inteiro?
    Quanto à exclusividade de funções do professor bibliotecário não sou dogmático mas tenho uma preferência clara. É certo que não existe um modelo perfeito e nem todas as escolas são iguais pelo que várias soluções são possíveis.
    O modelo actual da RBE defende a exclusividade de funções com a possibilidade de trabalho com uma turma. Essas funções são desempenhadas pelo período de 4 anos renováveis por mais 4 após os quais cessam as suas funções na biblioteca.

    Em tese prefiro o modelo em que o professor bibliotecário está a tempo inteiro nas suas funções, trabalhando em função de uma escola no seu todo e não a partir da sua turma. Isto permite a disponibilização de tempo de forma mais estruturada, o envolvimento em actividades fora de uma dinâmica rígida de horários escolares, um envolvimento equidistante face às forças e grupos nas escolas bem como uma planificação do trabalho para além de um ano escolar.
    Mas também considero que os professores não devem estar muitos anos sem dar aulas, não só para não se "tecnocratizarem", e afastarem do objectivo último da educação, mas também para não serem vistos como um corpo estranho à escola devido às naturais idiossincrasias internas.
    Considero então que o modelo da RBE é um modelo que enquadra estas realidades. Depois de um certo tempo (cinco a oito anos) há que dar lugar a outros, que vão certamente trazer novas forças e novas visões.
    Mas a verdadeira resposta tem de ser dada por todos os professores: as bibliotecas mudaram, a sociedade mudou, os alunos mudaram, as bibliotecas não podem continuar sem estarem nas aulas, as aulas não podem deixar de integrar os recursos da biblioteca.

    Alerta à navegação:
    Para os que acham que professor bibliotecário é um "dolce fare niente" apareçam, concorram. Se não for neste ano preparem-se para o próximo. Pelo menos ofereçam-se para a equipa da biblioteca por um ano! Vamos todos ganhar com esse envolvimento.
    Para quem quiser fazer planos pessoais, desde já posso garantir que será muito difícil que a grande maioria dos actuais professores bibliotecários fiquem 8 anos no cargo: talvez por ser aborrecido não fazer nada.
    Até lá envolvam-se na vossa biblioteca: ajudem a fazer melhor, colaborem, reclamem para melhorar, façam a biblioteca trabalhar melhor e para o que precisam. A biblioteca da vossa escola é a vossa biblioteca.

    Quem sou? Sou professor mas que não está a dar aulas pois nos últimos 4 anos tenho desempenhado a função de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares. Assim quando falo sobre o assunto não falo só por ouvir dizer mas por lidar directamente e diariamente, cada dia numa escola, com professores bibliotecários que procuram desempenhar as suas funções com todas as suas energias.
    E também vos digo que não vou ficar velho no cargo... embora envelheça todos os dias!

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    Old Spice: tudo é possível numa biblioteca

    Na sequência dos comerciais divulgados em Old Spice: o que é uma biblioteca? integrados na campanha "cheirar como um homem, homem" podemos dizer que a Old Spice está na moda nas bibliotecas.
    Contudo agora não é num anúncio criado pela OldSpice aproveitando as bibliotecas mas uma biblioteca que criou um anúncio aproveitando a Old Spice. Confuso? Olhe para as suas notas, agora olhe para as minhas, agora novamente para as minhas!

    Título da campanha: Estudar como um estudante, estudante (porque tudo é possível numa biblioteca).

    Curiosidades:
    • O cavalo branco, imagem de marca da campanha, foi aqui substituído pelo carrinho da biblioteca!
    • Esta campanha não é uma campanha oficial da OldSpice mas sim um anúncio criado pela equipa da biblioteca Harold B. Lee Library da Universidade Brigham Young, situada em Provo, no Utah (EUA).
    • Brigham Young foi o primeiro governador do estado de Utah e o segundo presidente de "A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias", cujos membros são popularmente conhecidos como mórmones.
    • Um blogue foi criado apenas para esta campanha: http://newspicepromo.blogspot.com/

    E já agora o "Making of"
    E realmente estudar numa biblioteca é mais eficaz do que estudar no chuveiro!

    Fonte:: The Man Your Man Could Read Like: Old Spice, Isaiah Mustafa, and Libraries

    Leitura recomendada: Why The Next Big Pop-Culture Wave After Cupcakes Might Be Libraries

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    Old Spice: o que é uma biblioteca?

    A Old Spice tem desenvolvido em curso uma campanha de assinalável sucesso mediático e popular assente no actor, no tom de voz e numa sequência rápida de cortes e transição de cenários.
    Para vender um produto a homens a Old Spice dirige-se às suas mulheres... e apresenta o Homem Old Spice na sua campanha "Cheire como homem, homem". E como se vende um aroma em televisão? Simples: "Olhe para mim, olhe para ele, agora para mim de novo: ele devia cheirar como eu?"

    Após os primeiros anúncios que arrasaram audiências (sim a publicidade também consegue ter audiências) foi criada uma nova série de anúncios baseados em perguntas de espectadores via twitter e respondidas à saída do chuveiro:. Naturalmente "o que é a biblioteca" tinha de ser uma delas e foi colocada por Andy Woodworth ! http://twitter.com/wawoodworth que é igualmente o autor do blogue 8bitlibrary dedicado aos jogos em bibliotecas e escolas.
    Nota: se não conhece a campanha da Old Spice veja primeiro so vídeos iniciais desta campanha, no final do artigo.
    Wawoodworth no twitter:
    "ATTN LIBRARIAN TWEEPS: Need help getting @oldspice guy to say a few words regarding libraries. RT plz. Thanks"
    A resposta chegou no dia 14 de Julho: O que é uma biblioteca?

    Texto da resposta: Old Spice – Re: @wawoodworth. Well, that's easy Wawoodworth, libraries are fulled with books, and books are often composed with many many words, and written words of the non pictures that convey anything to other minds, I'm handsome, your pretty, lets eat peanut butter, stop throwing pigeons, jump onto that giraffe, all of these simple statements and requests would never be possible to communicate if it wasn't for the words stored in books, that are availiable for free in mass at libraries. Complete Full Script, Dialogue, Remarks, Saying, Quotes, Words And Text

    A história deste pedido está em: http://lybio.net/old-spice-re-wawoodworth/people-blogs/
    Para quem não vê publicidade em televisões estrangeiras ficam aqui os dois reclames principais desta série.
    Os vídeos baseiam-se numa premissa simples falando directamente às mulheres: olhe para quem que tem agora olhe para mim e pense... se ele cheirasse a Old Spice e não a perfumes efeminados tudo seria possível! Para passar esta mensagem são feitas inúmeras perguntas a um ritmo elevado acompanhadas de passagens de cenário enquanto a estrela dos anúncios parece imóvel... deslocando-se!

    O homem a que o seu homem podia cheirar


    Você sabia que..?


    O seu homem deveria cheirar a um homem Old Spice?


    No barco:


    Vídeos:
    http://www.oldspice.com/videos/

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    Bibliotecas públicas: para quê?

    "As bibliotecas são a base para as fundações da educação das crianças e dos mais velhos mas que precisam de mais educação". "As pessoas estão aqui para aprender e hoje aprende-se de formas diferentes". "Quando se constrói ou renova uma biblioteca as pessoas percebem que a sociedade acredita nelas"


    São oito minutos de vídeo que valem bem a pena. Ou como se deve passar a mensagem de valorização das bibliotecas (neste caso as públicas). Por vezes escrevem-se muitas páginas sem dizer as coisas mais importantes apenas porque se podem dizer muitas coisas.

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    Trabalhadores para as bibliotecas do futuro (em Inglês simples)

    Uma apresentação ao estilo das "In plain english" da CommonCraft sobre a vida dos bibliotecários do futuro (ou daqui a cinco anos, aquilo que acontecer primeiro)


    5 pontos em análise:
    • Cultura organizacional
    • Condições de trabalho
    • Modelos de serviço
    • Sustentabilidade
    • Pessoas
    "O novo bibliotecário está aberto a novas possibilidades e em constante evolução"

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