A biblioteca vista pelos ilustradores

"A invisibilidade das bibliotecas em África, por Fernando Vicente"

Mais imagens de outros ilustradores em: http://bibliocolors.blogspot.com/2011/02/la-biblioteca-vista-pel-illustradors-la.html

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Óscares 2011

Vencedores dos Óscares 2011
Guia para professores:

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    Dizem que o Óscar vai para...

    As conversas nos media sociais sobre os óscares são mais do que apostas, são um concusro de popularidade e ao mesmo tempo de criação de tendências. Mas até que ponto representam o pensamento da Academia?
    Aqui ficam as previsões (dois estudos com resultados diferentes) para depois comparar com os vencedores!

    Estudo do Meltwater Group:

    Estudo do Webtrends

    Fonte: 

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    Não se deixe pescar online!

    Navegador que não queira ser "pescado" tem de estar atento e nem sempre é fácil, mas para a maioria dos casos de "Phishing" basta ser um pouco inteligente.

    Be Smarter Online: Avoid Email Phishing
    Campanha da Comodo, por sinal um bom antivirus gratuito para empresas e particulares. O meu único antivirus nos últimos dois anos! Download: www.comodo.com

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    O amor magoa!

    Receita para o Dia dos Namorados: nunca ler um livro muito pesado enquanto estiver ao lado da namorada!

    Fonte: Hagar the Horrible - http://www.arcamax.com/hagarthehorrible/s-831658-180012 .

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    iPad e novo paradigma nos conteúdos online

    Muita promoção têm feito os bibliotecários sobre o hardware dos equipamentos móveis de acesso a conteúdos (telemóveis, Tablet, Pad, etc) em vez de se concentrarem nos conteúdos. Certamente por estarem preocupados em promover o acesso móvel aos conteúdos, mas é algo que estão a fazer de uma forma  apressada e errada.
    Hoje em dia é quase impossível ler alguma coisa sobre conteúdos online sem que apareça o título "disponível para o equipamento Y", especialmente se o equipamento for da Apple que tem liderado as modas tecnológicas nesta área.
    As empresas entraram neste frenesim e até parece que não ter uma aplicação para iPad e iPhone é como não existir. O certo é que já não se preocupam tanto em disponibilizar conteúdos enquanto tal (possíveis de serem consultados de formas diversas). Preocupam-se em disponibilizar conteúdos no formato de um aparelho móvel específico. Uma empresa já não está disponível online: está disponível na aplicação para iPad, mas não ainda para Android e quem sabe se corre em equipamentos da marca X ou da Z. Podem dizer que isso se deve à necessidade de estar disponível em aparelhos móveis, mas existe aqui um apoio velado a equipamentos.

    E o estado?
    Se a promoção especial de conteúdos para equipamentos da marca X ainda pode ser percebido relativamente a empresas (disponibilizam o que querem onde querem) o que dizer de instituições públicas? Pode o estado distribuir conteúdos móveis apenas a quem tenha um aparelho X? Ou privilegiar primeiro o equipamento X em grandes anúncios e depois em rodapé dizer que para o Y e Z só daqui a uns tempos?
    O estado e as instituições públicas deveriam seguir normas de distribuição não selectiva? Mesmo que isso significa-se mais trabalho, o que na realidade poderia querer dizer demorar mais uns dias!  O mesmo sucede no actual acesso online comum quando tal só é possível com o browser X e não como Y!

    São aplicações meu senhor!
    É uma aplicação (App) para saber o tempo para a minha cidade, é outra para saber a programação do canal de televisão X e outra para o canal Y. Aplicações para mil e uma coisas, desaparecendo a noção de agregação de conteúdos. Apps, Apps! "Eu tenho milhões de Apps e tu?"
    O reino das aplicações (e respectivo formato dos conteúdos) instala-se e são elas que determinam o sucesso de um equipamento ou de uma tecnologia. A preocupação que todos devíamos ter agora é saber qual a influência que isso terá no acesso aos conteúdos.

    A nova forma de aceder aos conteúdos
    No mundo dos equipamentos móveis já não estamos a falar de acesso a conteúdos enquanto tal, mas sim de aplicações que são as mediadoras face aos conteúdos. Parece a mesma coisa, mas é muito diferente. O conteúdo deixa de ser livre, auditado, social. Passa a ser mediado comercialmente.
    A comercialização dos conteúdos sempre existiu - que na internet aberta efectivamente nunca singrou por existirem sempre fontes alternativas - mas avança numa nova direcção que não é boa para os próprios conteúdos e no fundo para os utilizadores com necessidades a longo prazo.
    Agora o negócio não será apenas cobrar pelo acesso ao conteúdo  mas acima de tudo cobrar pela aplicação que permite o acesso a esses conteúdos (uma variação é disponibilizar a aplicação gratuitamente e cobrar pelo que se utiliza nessa aplicação).
    Nada que não se tivesse já tentado antes na altura em que os browsers eram pagos (a Netscape nunca agradecera a Bill Gates o lançamento do Internet Explorer em modelo gratuito!). Só que agora o acesso ao conteúdo fica mesmo mediado a nível específico. Isto tudo para além dos custos das comunicações móveis que são bem mais altos que as fixas!

    A distorção das ideias:
    O que vai acontecendo é uma distorção do mercado: na hora da compra já não interessa seleccionar as melhores características técnicas de um equipamento mas sim saber qual atraiu mais empresas para criarem aplicações a instalar nesse equipamento. Claro que muitas são gratuitas, mas o baixo preço é a estratégia de outras numa economia de escala. Agora estamos no reino das SCUT. mas muitas já aderiram às portagens virtuais, pois é aí que está o negócio. O curioso é ouvir: mas são só uns cêntimos! Entretanto lembro-me da guerra VHS/BETA e penso que quem ganha não são os melhores tecnicamente mas os que conseguem ser populares. Marketing!
    Entretanto muito lixo se promove, aplicações sem utilidade nenhuma ou que disponibilizam exactamente o mesmo que já era possível encontrar no site dessa mesma empresa. . Mas é bom que se perceba que se está frente a um novo paradigma na distribuição de conteúdos. As empresas distribuidoras estão simplesmente preocupadas em cobrar pelos conteúdos e controlar a sua reutilização. Assim consultar e possuir estão a ser separados.

    O marketing das sereias
    Entretanto muitos vão continuar a fazer download de aplicações para os seus equipamentos móveis de forma a consultar informações simples, quando as podiam consultar directamente de um site na internet. Mas não é tão bonito, não é tão simples, etc.
    Um novo paradigma na informação online está a nascer: é o reino das aplicações (Apps) e o fim do reino dos conteúdos em formato livre.
    O (en)canto das sereias dirigido a navegadores atraindo-os de encontro a rochedos ocultos, era no fundo uma operação de marketing! Ulisses queria ouvir o canto sem por ele ser atraído: tapou os ouvidos aos seus homens e atou-se ao mastro.
    Mas se perdemos a orientação social do conteúdo online como será possível, isolados no nosso iPad, fazer o mesmo que Ulisses hoje?!

    Nota: não tenho iPad e neste momento não lhe vejo utilidade mas não estou contra o seu uso. Mas não deixo de estar atento ao que a sua utilização pelas empresas vai fazendo aos conteúdos. É que, como as SCUT, as borlas não duram para sempre!|
    Fonte da imagem: http://www.toondoo.com/cartoon/2699845

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    O sono impede a leitura


    Fonte: Blondie http://www.arcamax.com/blondie/s-830058-835632

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    Actualização tecnológica das frases feitas

    Até as frases feitas são actualizáveis...


    Fonte: www.toondoo.com/cartoon/2313257

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    Bibliotecas públicas: demasiado preciosas para destruir!

    É o discurso cultural do momento em Inglaterra. Face aos cortes financeiros no país as bibliotecas estão a ser seriamente afectadas levando ao encerramento de muitas dependências. Em Oxford a ideia passa ainda por entregar as bibliotecas a serviço voluntário deixando de contar com os serviços dos profissionais de biblioteca.
    Philip Pullman (autor de "His Dark Materials" e "The Golden Compass") não se conteve e, numa reunião a 20 de Janeiro, foi implacável em defesa das bibliotecas de Oxford:
    I love the public library service for what it did for me as a child and as a student and as an adult. I love it because its presence in a town or a city reminds us that there are things above profit, things that profit knows nothing about, things that have the power to baffle the greedy ghost of market fundamentalism, things that stand for civic decency and public respect for imagination and knowledge and the value of simple delight.
    Leia o discurso: Leave the libraries alone. You don’t know the value of what you’re looking after. It is too precious to destroy.

    O mapa das bibliotecas encerradas ou a encerrar é significativo:

    Ver mapa aqui: http://falseeconomy.org.uk/blog/library-closures-the-full-infuriating-picture

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    As suas fotografias no seu museu

    Quem quiser fazer um museu virtual como o do Art Project para apresentar as suas imagens use o "Photo! 3D Screensaver". É gratuito, excelente e facílimo de utilizar.  Claro que não precisam fazer o mesmo que o Google e pedalar pelos museus com a máquina atrás:  o museu já está criado e só têm de adicionar as fotos nos espaços dos quadros.
    Existem vários cenários desenhados em ferramentas 3D com boa qualidade visual e que pode utilizar sendo que cada um tem número variável de espaços para fotos e algumas salas por onde passear.
    Adicionar fotografias é a coisa mais simples: agarrar na foto e arrastar para cima do espaço do quadro na parede! Não gosta ali.. arraste para o outro lado.
    Depois de adicionadas as imagens, a viagem pelo museu começa com o movimento do rato ou deixe em automático como se fosse visto pelos olhos de uma pessoa a passear no museu. Esta opção é a ideal para apresentações em que deixa o computador em modo de apresentação (até pode escolher a altura do visitante!). O visitante virtual vai então parando nas fotografias para as ver melhor... altura em que as fotos passam a encher o ecrã do computador.
    Como guardar para mostrar? Pode exportar em formato Flash, mas o mais simples é guardar como protector de ecrã (ou screen saver), podendo assim encadear vários cenários e deixar o computador em exibição.
    O programa já tem uns anos mas recentemente foi renovado, tem novo site e simplificou a instalação de cenários adicionais.
    Recomendo mesmo! Tanto que foi o software utilizado para a apresentação fotográfica da Escola Secundária de Albufeira na exposição 1986/2011: 25 anos a formar uma cidade visível na televisão à entrada da biblioteca. Confesso que já o tinha antes mas foi mesmo guardado para esta ocasião de forma a ser novidade na casa!

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    Art Project: Vá ao museu... sem sair de casa

    A Google aplicou a museus a tecnologia já utilizada no StreetView e agora já pode passear por alguns museus no seu sofá.

    Impressionante é a qualidade das imagens dos quadros... ainda por cima sem ter de enfrentar filas enormes para conseguir chegar perto desses quadros.
    Qualquer coisa como isto:

    Agora o seu museu favorito fica em : http://www.googleartproject.com/

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