8 canções inspiradas na literatura

Dos Coldplay aos Beatles, algumas das melhores letras de canções são inspiradas em obras literárias. Aqui ficam 8 das melhores:


Canção: "All I Wanna Do" - Sheryl Crow
Inspirada no poema "Fun" de Wyn Cooper


Canção: "Clocks" - Coldplay
Inspirada em: "William Tell" de Friedrich Schiller



Canção: "Don't Stand So Close to Me" - The Police
Inspirada em: "Lolita" de Vladimir Nabokov's



Álbum: "Animals" - Pink Floyd
Inspirado em: "Animal Farm" de George Orwell



Canção: "Golden Slumbers" - The Beatles
Inspirada no poema "Cradle Song" de Thomas Dekker (presente na peça "Patient Grissel")



Canção: "All Along the Watchtower" - Bob Dylan
Inspirada em: "Frankenstein" de Mary Shelley



Canção: "Catcher In The Rye" - Guns N' Roses
Inspirada em: "The Catcher in the Rye" de J.D. Salinger



Canção: "Bohemian Rhapsody" - Queen
Inspirada em: "The Stranger" de Albert Camus




Fonte: 8 Best Songs Inspired By Literature

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Twitter: Obrigado bibliotecários!

Utilizando a 'hashtag'  #ThankYouLibrarian decorre no Twitter uma campanha popular  promovida pela editora Random House.
Esta foi a forma encontrada para os utilizadores de bibliotecas expressarem o seu agradecimento e reconhecimento pelo trabalho dos bibliotecários.



Quer partilhar um momento de agradecimento aos bibliotecários? 
Entre no Twitter e use a hastag #ThankYouLibrarian



Alguns dos melhores Tweets estão reunidos aqui: Hhuffington Post: Readers Thank Their Librarians

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Vera Roquete: nascida no bookcrossing?

Entrevista de Vera Roquete ao jornal i em 12 de Julho de 2011, cara conhecida dos ecrãs de TV e que está a fazer carreira como escritora. Uma entrevista interessante de que deixo aqui alguns excertos com destaque para o bookcrosing informal que marca a divulgação da sua obra e a ligação às escolas e importância do PNL na promoção da própria afirmação dos escritores.

«Depois de "O Senhor da Lua", de "A Dona Ervilha Corre Mundo" e do recente "Zas Tras Pas Zuca Maluca", que conquistaram o público infantil e o Plano Nacional de Leitura, terminou este mês um livro para adultos, a sair em Setembro.

De onde vem essa ideia de escrever para crianças?
Não sei. Adoro crianças; não tenho filhos e não tenho desgosto nenhum por não ter filhos. Não me veria em casa só confinada aos filhos e ao marido. É horrível dizer isto, mas não. Há mulheres com essa missão. Mas adoro crianças. Outro dia estive num colégio público muito especial, o Belavista de Santa Iria da Azóia, extraordinário, com mulheres fantásticas a trabalhar lá. Vim cheiíssima. Quando temos estas acções geralmente vamos comer fora. Não fomos. Comi no gabinete da directora a comida dos miúdos, massa com peixe e um bocadinho de coentros.

Como são essas viagens pelo país a promover os livros?
É muito cansativo. Vinguei no meu livro porque o meu marido me ajudou muito.
Com o primeiro livro nem sabia como as coisas aconteciam, depois percebi que era pelas escolas. Deixei um livro caído num hotel e uma empregada deu ao filho e apresentou numa escola e foi assim. Isto passa-se em Fátima. A partir daqui foi uma bola de neve.
Agora já tenho vendedoras, mas fiz muito por mim, com o meu marido a guiar. Íamos para tudo quanto é sítio e comecei a vender.
Com certeza haverá escritores mil vezes melhores que eu, mas além de escritora, e disseram-me isto na Leya e na Salamandra, há uma componente que já tinha no "Agora Escolha".

A comunicação?
E a empatia com as pessoas. Podia falar muito bem e as crianças rejeitarem-me

E um deles passou a integrar o Plano Nacional de Leitura.
Sim, "O Senhor da Lua", que já vai na segunda edição. Soube da novidade há dias. Ainda estou assim meio a pairar. As minhas histórias são sobretudo para a faixa dos 4 aos 12, mas abrangem muito mais idades. Agora o meu sonho é mandá-los para o Brasil. E bem posso dizer que o PNL é o meu novo partido

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Escolares e Públicas: Concorrentes?

O secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, admitiu hoje, no Parlamento, que "Portugal tem um excesso de equipamentos culturais" e muitos deles não estão aproveitados.

"As bibliotecas da rede publica vivem um período de crise e precisam de um novo plano", afirmou.
Como razões dessa crise apontou a mudança dos hábitos de leitura e o crescimento da rede de bibliotecas escolares, que atualmente são concorrentes das bibliotecas públicas, reconheceu. (Jornal i - 26 de Julho de 2011)

Como? Concorrentes? Nunca! Em muitos locais até chegaram depois das bibliotecas escolares. Em qualquer dos casos o que deve existir (e existe em muitos) é complementaridade. Onde está o problema? Sim o mundo está em mudança, mas sim as bibliotecas também têm de mudar.

A fugir como o diabo da cruz
De contrário vão ter muitos problemas!
  • Horários, horários, horários. Nada melhor como fechar para férias em Agosto numa região como o Algarve, fechar ao fim de semana, fechar quando as pessoas saem do trabalho. 
  • Não dinamizar atividades (mesmo as que não requerem verbas)
  • Estacionamento e transportes públicos? Não obrigado que eu vou a pé! Mas quem foi o professor que ensinou uma geração de urbanistas a colocarem bibliotecas em locais onde não existem estacionamentos nem transportes públicos? Converter edifícios históricos para depois não existir espaço nem dentro nem fora? Como pensam que as pessoas podem ir devolver um livro em 5 minutos? Ao menos uma pista para helicópteros! É o que dá não saber distinguir um polo de uma biblioteca central! Seria de recordar os polos de biblioteca ingleses em centros comerciais!

    Categorias de leitores
    Arranjem leitores e coloquem os empréstimos em segundo lugar! O que é preciso são pessoas, utilizadores, consumidores. As escolas podem criar leitores, as públicas precisam de os transformar em utilizadores (o famoso  conceito de "patrons" das bibliotecas dos EUA).
    Podem começar com uma coisa simples: já pensaram em inscrever todos os alunos das escolas do concelho como utilizadores? Ora aí está algo que podem fazer já em Setembro e nós até ajudamos. Claro que é preciso esquecer muitas formalidades, as faturas da luz, da água, a recomendação do padre, o cartão de vacinas, o atestado de residência, as 50 fotografias tipo passe etc, etc.

    Se os clubes de futebol têm sócios de várias categorias, com privilégios diferentes...
    • porque não os imitam as bibliotecas públicas criando cartões de leitor com diferentes direitos de requisição? 
    • Porque não cartões temporários para visitantes do concelho? 
    • Porque não cartões de leitor interbibliotecas para quando alguém vai de férias para outro município? Porque tratar com desconfiança um leitor que noutro município é um valor da biblioteca pública?
    Como só se pensa em empréstimos perde-se tempo com empréstimos entre bibliotecas, mas a relação entre o tempo gasto e os resultados aí obtidos tem sido uma deceção! Desçam do pedestal das teorias da formação especializada e entrem no mundo real.

    Mudar o paradigma da utilização
    Apostar tudo em requisições e suas estatísticas é um erro:
    • é preciso ter utilizadores, ter vida nas salas e corredores
    • é preciso promover a cultura da região, os seus escritores, poetas e artistas plásticos e musicais
    • é preciso movimentar diariamente pessoas jovens para utilizar a biblioteca, porque também trazem os pais à porta e até podem entrar enquanto esperam.
    • é preciso estar online e fornecer serviços a quem está em casa: têm facebook, têm o catálogo online, respondem por email?
    • é preciso ter atenção ao público idoso, sejam os na 3ª idade sejam os já na 4ª idade!
    • é preciso ser a biblioteca do município, de todos os munícipes
    Arranjem utilizadores de todas as idades, não esperem por eles à porta. Corram por eles, pois os utilizadores serão os amigos da biblioteca que a vão defender, hoje e sempre, defender quando forem votantes, presidentes do município, donas de casa ou pais da próxima geração de utilizadores!
    E serão leitores. Ah pois é! Podia ser mais fácil? Podia, mas não era a mesma coisa!

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    Efeito Axe na biblioteca - parte 2

    Um remake criado no Líbano para o anúncio da AXE (lost): Onde é que está o meu telemóvel?




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    Efeito Axe na biblioteca - parte 1

    Axe "Lost": o anúncio original criado para a Indonésia: Onde é que está o meu telemóvel?


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    Unimarc é supermercado

    Unimarc no Chile é nome de uma cadeia de supermercados e naturalmente promove uma imagem de qualidade pois a qualidade vende:



    Em biblioteconomia é algo bem menos "comestível" sendo uma das variantes do formato de dados bibliográficos MARC (é o acrónimo de Universal Machine Readable Cataloging). Visualmente não é apelativo embora com o hábito até se consiga ler directamente sem ter de recorrer a um formato visual como o ISBD. Já para a sua função no intercâmbio entre registos bibliográficos, mesmo sendo formato internacional, nem os programas portugueses conseguem ser transparentes na passagem de registos entre eles!
    Desleixo, incompetência ou práticas comerciais pouco transparentes?

    Exagero? Ora divirtam-se a passar o mesmo registo entre programas como o Bibliobase, Docbase, Porbase5/Prisma ou receber registos de bases online como a Base Nacional de Dados Bibliográficos e vejam o que cada um faz perder: dados e tempo (alguns oferecem uns caracteres estranhos como bónus)!
    Os programas são certificados por alguém, certo? E já alguém perdeu alguma vez a certificação? Vendo o imobilismo de alguns dos programas que continuam a ter os mesmos erros ano após ano, certamente que ninguém se dá ao trabalho de estabelecer uma validação continuada desses programas.

    É uma questão de mercado? Como em tudo neste país, é nisto o que dá a falta de actividade real de um regulador nacional (no caso a Biblioteca Nacional de Portugal) pois sempre que se transformam numa estrutura passam a ser ineficientes na determinação e imposição de normas e procedimentos.
    Entretanto quem tem de aturar isto tudo é o catalogador que é tratado abaixo de arrumador de prateleiras de supermercado! Afinal de contas até temos prateleiras e o hábito de as arrumar! Fica a preocupação com a qualidade para os supermercados.

    Supermercado:
    Site oficial: http://www.unimarc.cl/
    Wikipedia: http://es.wikipedia.org/wiki/Unimarc

    Formato de dados bibliográficos:
    Site oficial: http://www.ifla.org/en/unimarc
    Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Formato_MARC

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    Obras recomendadas PNL: 2011–2012

    Está disponível a actualização, para o ano lectivo de 2011–2012, das listas de obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura.

    «(...) foram incluídas obras de autores portugueses e estrangeiros para os diferentes anos de escolaridade e que correspondem a diferentes graus de dificuldade, para que os educadores e os professores possam escolher os livros mais adequados aos alunos das turmas que leccionam.
    De acordo com os princípios do PNL, a escolha de livros, nomeadamente para leitura orientada na sala de aula deve ter em conta:
    • os interesses dos alunos da turma;
    • as leituras feitas anteriormente a fim de evitar repetições;
    • o nível de leitura que os alunos atingiram de modo a assegurar adesão e progresso.»
    Listas: www.planonacionaldeleitura.gov.pt/escolas/projectos.php?idTipoProjecto=40
    Artigos: www.publico.pt/Cultura/plano-nacional-de-leitura-ja-escolheu-livros-recomendados-para-ano-lectivo-20112012_1502869

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    Hora do conto no Duna Beach

    Um refrescar do conceito da hora do conto, saindo de espaços tradicionais como escolas ou bibliotecas para um espaço de animação de verão. É o que propõe Tristana Esteves Cardoso ao convidar para "A HORA DO CONTO" no Duna Beach na Meia Praia (Lagos).

    Tristana Esteves Cardoso, escritora infantil já com dois livros editados na coleção do Super Bibas, é a gestora do projeto infantil Duna Kids.

    De 15 de Julho a 14 de Agosto, aos sábados, o Duna Kids convida os mais novos e os pais a partir das 10h30 da manhã a ouvirem figuras conhecidas que aqui vão contar histórias e falar um bocadinho das suas experiências profissionais. O parceiro editorial é a Editorial Estampa o que permitirá ainda (re)lançamentos infantis de autores conhecidos e que irão participar ativamente com as crianças.

    CONTAR HISTÓRIAS:

    • José Figueiras (6Ago)
    • Madjer (23Jul)
    • Pedro Reis (16Jul)
    • Quimbé (16Jul)
    • Francisco Menezes (23Jul)
    • Maria Lacerda (16Jul)
    • Susana Lacerda (16Jul)
    • Sofia Fernandes (6Ago)
    • Gonçalo Santana (6Ago)
     AUTORES: Relançamento de livros infantis:
    • Heitor Lourenço (23Jul)
    • Vera Roquette (6Ago)
    Página Facebook do evento: www.facebook.com/event.php?eid=236798043011854

    Site: Duna Beach - Lagos: www.duna-beach.com/

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