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Os Direitos do Bloguista

Esta listagem de direitos do bloguista pode ser de 2005 mas tenho o direito de a citar quando bem me apetecer... e vocês o direito de os não lerem ou de lerem com terminologia adaptada (1)! Mas a tirinha justificava a entrada (e existem mais do género no Unshelved)
1. O direito de não blogar.
2. O direito de só ler alguns posts e o direito de não respeitar a lógica cronológica dos posts.
3. O direito de fechar o blogue e recomeçar uns tempos depois ou de começar um novo blogue ou de calar-se para sempre.
4. O direito de reler posts antigos, os dos outros e os nossos, de gostar, de não-gostar, de falar acerca disso, de retocar posts, de apagar posts.
5. O direito de não linkar blogues que toda a blogosfera linka.
6. O direito ao bovarismo (2).
7. O direito a estar de férias e esquecer o blogue ou o contrário, o direito de escrever posts imaginários, o direito de escrever disparates e de escrever coisas sérias, o direito de escrever posts quilométricos, o direito de se contradizer.
8. O direito…

Quando eu crescer quero ser bibliotecário!

"Você já ouviu alguma criança falar isso? Afinal, o que é ser bibliotecário nos primórdios do século 21, com todo um avanço tecnológico na sociedade da informação? Onde está a importância desse profissional e o seu reconhecimento sócio-educativo e cultural em nossa sociedade.
O que fazer para que a sociedade conheça esse profissional, que os nossos filhos nos olhem com orgulho e que as crianças despertem o interesse em um dia, quando crescerem, terem como opção, além da carreira das áreas médica, advocacia, engenharia, a biblioteconomia sem se sentir pequeno? Qualquer profissão, seja ela de cunho liberal ou não, quando é exercida e temperada com vocação, prazer e uma remuneração justa, merece todo o reconhecimento e respeito de uma sociedade em desenvolvimento que tem como alicerces políticos a educação como prioridade para alcançar o posto de primeiro mundo." Texto de Marcos Soares a propósito do dia 12 de Março, data que comemora, no Brasil e desde 1958, o dia do bibliotecár…

Leitura em Karaoke

First Well (Inglês):
Uma história para crianças com leitura acompanhada por texto ... o que dá para um Karaoke-Reading.
Vem mesmo a calhar pois vou agora (Sexta 9 de Março), e integrada na semana da Leitura 2007, ver uma actividade numa escola com o mesmo título... veremos como dão a volta ao texto!

Leitores e mediadores: direitos e proibições

Nesta Semana da Leitura 2007 vim buscar a Daniel Pennac os célebres direitos do leitor, mas igualmente as proibições aos professores envolvidos na dinamização da leitura:
«O que afasta uma criança ou um adolescente da leitura de um livro, não é só a televisão, o mundo fascinante dos jogos de vídeo, dos computadores, das compras, dos lanches no Mac Donald’s...
O que afasta um leitor dos livros é quando o livro deixa de ser vivo - quando se perde a narração feita ao pé da cama, na hora de dormir, na infância e se passa à obrigação da “ficha de leitura”, obrigatória para o “bom cumprimento do programa escolar”.
Ler não é verbo que suporte o imperativo. Aversão que partilha com alguns outros verbos: o verbo amar, o verbo sonhar...
Bem é sempre possível tentar, é claro...vamos lá:
Ame!
Sonhe!
Leia!
Resultado? Nulo.
Uma só condição para se reconciliar com a leitura: não pedir nada em troca. Absolutamente nada.» (Pennac, Daniel, 1988. Como um Romance)Proibições aos mediadores de leitura:
não erguer ne…

Embustes literários

Classificar livros como sendo biografias [CDU 929] não deixa de ser um acto de confiança cada vez mais difícil de apresentar... pois "parece" que os autores têm tendência para embelezar a sua vida. Por vezes os factos são tão alterados que acabamos por estar na presença de obras de ficção [CDU 82-3].
Se já se escreveu um "Dicionário dos lugares imaginários" (Alberto Manguel e Gianni Guadalupi) ou um "Livro dos seres imaginários" (Jorge Luis Borges), também já se escreveu muita coisa relativo a 'factos' imaginados.
O último caso a ter relevo na imprensa já é do ano passado, ligada a James Frey autor de "A Million Little Pieces" que afinal tinha muito de mentira na sua biografia.
Mas não deixa de estar em boa companhia, o embuste literário sempre foi muito bem conceituado, desde as obras até aos próprios autores que por vezes também são ficções... e não estou a falar dos heterónimos e muito menos dos pseudónimos!

Para recordar, os embustes lit…