BiblioTuning

Para os adeptos (?) do programa TV "Pimp My Ride" e toda a série de programas de tunings que nos chegam dos EUA... aqui vai o "Pimp my Bookcart"!

Para conhecerem o a hitoria veja o início das tirinhas

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Lobby das bibliotecas escolares pela literacia

A Associação de Bibliotecas Escolares Australianas (ASLA) publicou um guia para promoção da literacia destinado a professores bibliotecários: A teacher librarian advocate’s guide to building information literate school communities - ASLA Advocacy Kit 2006 .
A presidente da ASLA, Anette Ainsworth, recomenda que os professores bibliotecários "utilizem este kit como um guia prático e positivo para alcançar a literacia de informação nas suas escolas e comunidades".
Inspirado num
documento original da Associação Norte American ALA, apresenta um plano bem delineado com objectivos, estratégias e actividades para transmitir esta mensagem:
"A literacia da informação é uma competência fundamental na actual sociedade orientada para a informação. As bibliotecas escolares e os professores bibliotecários podem ajudá-lo a encontrar o caminho"
Esta mensagem pode ser considerada crucial para a sociedade bem como para as próprias bibliotecas escolares, sendo por isso definido grupos alvo separados em dois grandes grupos, internos e externos, com a definição de objectivos para cada grupo alvo. Um documento a que se recomenda uma leitura atenta.
Para complementar ficam aqui outros recursos disponíveis na ALA para a promoção da literacia:

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Comissão de apoio ao PNL

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA
Despacho nº 19 426/2006
é designada a Comissão Interministerial de Apoio à Execução do Plano Nacional de Leitura,
http://dre.pt/pdf2sdip/2006/09/184000000/1975419754.pdf

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Semana dos livros banidos

De 23 a 30 de Setembro decorre nas bibliotecas norte-americanas a "semana dos livros banidos" promovida pela ALA : Banned Books Week . Esta iniciativa já vai no seu 25º ano e constitui uma estratégia de promoção da leitura ao serviço da liberdade de direitos dos leitores.
Quem disse que ler não é uma atitude radical e desafiadora da sociedade? Ainda por cima quando existem excelentes livros que um dia foram banidos.
E não estamos a falar da idade média ou de países árabes... pois de 2000 a 2005 existiram mais de 3000 tentativas em retirar livros das bibliotecas escolares e públicas (por escrito) e tudo por causa do seu conteúdo ou adequação ao público.
E claro que há um
top dos que foram alvo de mais queixas nos últimos 5 anos:

1. Harry Potter (série) de J.K. Rowling
2. "The Chocolate War" de Robert Cormier
3. Alice series de Phyllis Reynolds Naylor
4. "Of Mice and Men" de John Steinbeck
5. "I Know Why the Caged Bird Sings" de Maya Angelou
6. "Fallen Angels" de Walter Dean Myers
7. "It's Perfectly Normal" de Robie Harris
8. Scary Stories series de Alvin Schwartz
9. Captain Underpants series de Dav Pilkey
10. "Forever" de Judy Blume

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Plano Nacional de Leitura na Web

O Plano Nacional de Leitura (Português) já tem o seu site oficial a funcionar em www.planonacionaldeleitura.gov.pt .
Ainda está nos seus inícios e com algumas secções sem documentos mas já disponibiliza muita informação para a aplicação deste plano pelas famílias, escolas, bibliotecas públicas e instituições culturais. Para os interessados será um site a visitar mais vezes e um desafio a colaborar na aplicação do PNL.

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Manifesto do Povo do Livro

Em complemento à notícia anterior, e porque o assunto está mesmo na moda no Brasil, acrescento mais uma notícia do Brasil:

Prioridade para a revitalização de bibliotecas públicas a partir de 2007 é uma das propostas do
Manifesto do Povo do Livro, entregue no dia 21 por editores, livreiros e autores ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. «O documento foi assinado por mais de três mil profissionais ligados à produção e distribuição de livros no país e onde se pede que cada cidade do país tenha uma biblioteca pública com acervos variados, funcionários habilitados e recursos para manutenção». Refere-se ainda que o livro «continua a ser a maior invenção do último milênio e a ocupar um papel central na sociedade».
E como estamos em período eleitoral e a leitura se tornou uma arma de arremesso com comentários e críticas literárias a aparecerem em tempos de antena... ou em provocações entre candidatos (um bocadinho de tosse ouve-se junto ao meu computador) vale a pena dar uma olhadela aos sites noticiosos do Brasil
Artigos para saber mais:

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PNL Brasileiro

Não é só Portugal que está no início de um plano nacional para a leitura, sendo bom olhar para as experiências de Espanha e do Brasil, dois países "próximos".
No caso do Brasil, temos o PNLL ou
Plano Nacional do Livro e Leitura, instituído pelo governo federal (Ministérios da Cultura e da Educação) que se constitui em Política de Estado. Assume-se como um instrumento do Estado brasileiro, liderado pelo governo federal, para integrar os esforços da sociedade brasileira para fomentar a leitura (ver despacho de criação)
O Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) é formado por projectos, programas e outras acções de iniciativa dos vários níveis governamentais (nacional, estadual e municipal) mas igualmente do sector privado. Estas iniciativas estão agrupadas em 20 linhas de acção a partir de 4 eixos estratégicos (Democratização do Acesso; Formação e Estímulo à Leitura; Valorização da Leitura e Comunicação; Apoio à Economia do Livro) definidos no documento orientador "
Directrizes Básicas da Política Nacional do Livro, Leitura e Bibliotecas" para o período 2006/2022.
e um calendário de actividades e eventos, que apresenta uma programação anual com feiras de livros, seminários, simpósios, debates, palestras e outras actividades na área.

Objectivo:
Em três anos aumentar em 50% o índice de leitura.

O PNNL na escola
A nível escolar este plano é secundado pelo
Programa Nacional Biblioteca da Escola - PNBE 2006 que apresenta, uma lista de livros e apoio financeiro a bibliotecas escolares.
Ao todo, serão beneficiadas 46 700 escolas dos nove anos de ensino básico (ou fundamental, até à 8ª série) envolvendo aproximadamente 14 milhões de alunos.
Cada uma destas bibliotecas irá receber um conjunto de documentos para utilização em sala de aula. A distribuição será feita com base no número de alunos: 75 títulos para escolas até 150 alunos, 150 títulos para escolas de 151 a 300 estudantes e 225 títulos para escolas com mais de 300 alunos.
O PNNL e os agentes de leitura
Paralelamente foi criado o fundo Pró-Leitura para ajudar a financiar a formação de bibliotecários, professores e voluntários que actuam como agentes de multiplicação da leitura nos municípios brasileiros. Este fundo criado com recursos privados, mas terá um carácter público na medida em que as verbas são definidas por um conselho constituído por representantes do Estado, de organizações não-governamentais e de organismos internacionais como a Unesco, além dos próprios editores e livreiros. Claro que isto não aconteceu por simpatia, mas devido à decisão presidencial em acabar, a partir de 2004, com a cobrança de taxas e impostos sobre o livro no Brasil. Os editores assumiram ainda transferir essa desoneração fiscal para o leitor, no prazo de três anos, na forma da redução do preço do livro em 10%.
Verbas
O dinheiro é sempre uma questão básica, pelo que a nível formal foi instituído previamente o Fundo Nacional de Leitura - uma iniciativa do Congresso para institucionalizar a atribuição de recursos do estado para o financiamento de políticas públicas da área.
E como não há leitura sem escritores surgiu o Prémio Vivaleitura (uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Educação e da Cultura e da Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, a Ciência e a Cultura - OEI) com grandes recursos financeiros.
A nível menos formal, e numa das iniciativas privadas do PNLL, surgiu um site (Concursos & Prêmios Literários) que reúne informações sobre as centenas de prémios e concursos literários em língua portuguesa no Brasil e no exterior (vale a pena uma visita e fica aqui um desafio, ao sucessor do IPLB, para a produção de um site semelhante destinado aos escritores portugueses).
Um plano bem desenhado: projectos, instituições, actividades, escolas, bibliotecários, professores, preços, livros, verbas e leitores, pois a leitura é uma questão nacional à escala mundial como o revelam os projectos em curso em outros países.

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Pedra Cascajal


Escrita mais antiga do continente americano tem quase três mil anos e pertence aos Olmecas
Uma escrita até agora desconhecida, que é também a mais antiga jamais identificada no continente americano, a possibilidade de um mergulho numa civilização que existiu há três milénios e é hoje misteriosa, e tudo isto reunido numa única pedra. Eis um sonho para arqueólogos. Pois o sonho tornou-se agora realidade e o estudo preliminar dessa pedra, que terá pertencido à civilização Olmenca (e foi agora baptizada de pedra Cascajal) é publicado neste mês na revista Science

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Mais dois encontros


Este ano lectivo de 2006-2007 está em grande na área de formação formal na área de bibliotecas, abrindo com diversas conferências e encontros. O difícil é ir a todas! Mais dois encontros:

  • Seminário Internacional sobre Bibliotecas Escolares
    Ter ou não ter Bibliotecário Escolar - Valor e Impacto dos Recursos Humanos nas Bibliotecas Escolares. 25 de Setembro na Fundação Calouste Gulbenkian:
    informações e programa (neste deverei estar presente)
  • 6º encontro nacional e 4º internacional de investigação em leitura, literatura infantil & ilustração. 13 e 14 Outubro 2006 Braga Campus de Gualtar: informações

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Farol de sonhos 2006

Aproveitando a onda aí temos mais um encontro , o Farol de sonhos 2006 - 1º Encontro sobre o livro e o imaginário infantil. Terá lugar de 11 a 15 de Outubro em S. Domingos de Rana - Biblioteca Municipal de Cascais

O programa é alargado e inclui uma Homenagem a José Barata-Moura com apresentação de José Jorge Letria. Detalhes sobre o encontro no site do Farol de Sonhos

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Seminário: Digital divide

Seminário: Digital divide ou a acessibilidade a serviços culturais na Sociedade da Informação
A 29 de Setembro o Auditório Municipal Carlos Paredes, em Vila Nova de Paiva, recebe especialistas num seminário dedicado à acessibilidade a serviços culturais sob novas tecnologias, que inclui o lançamento público do projecto Literacia Digital Sem Fronteiras.
Como recebi o programa por e-mail, mas não encontrei o mesmo online para divulgar, aqui fica o programa em resumo:
  • 14h00 Sessão de abertura - Manuel Custódio (Presidente da C. M. de Vila Nova de Paiva) e António Bob Santos (Plano Tecnológico)
  • 14h45 Palestra - Augusto Deodato Guerreiro (Universidade Lusófona): Cultura digital e inclusão sociocomunicacional
  • 15h30 Palestra - Ana Maria Runkel (Município de Oeiras): Os papéis educativos das instituições locais para a acessibilidade a recursos do conhecimento electrónicos
  • 16h30 PalestraJorge Fernandes (Programa Acesso da Unidade de Missão Inovação e Conhecimento): A acessibilidade dos conteúdos da Web: a sua importância para os serviços de arquivos, bibliotecas públicas e museus
  • 17h15 demonstração de projecto - Ana Rita Santos, Graciete Salvador e Sérgio Tavares (Município de Vila Nova de Paiva): Literacia Digital Sem Fronteiras: mediação tecnológica da leitura, para todos

O designado projecto Literacia Digital Sem Fronteiras (levado a cabo pela Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro - V. N. de Paiva ) associa a adaptação inclusiva de postos informatizados na Biblioteca Pública, Biblioteca Itinerante e Biblioteca Escolar (com software de comunicação aumentativa e sintetização de voz), a produção e incorporação de um acervo de Livros Digitais Falados com especificações DAISY e um programa especial de formação e certificação em competências básicas da Informação, assistido por tecnologias de apoio.

Já contactei com um destes produtos e fiquei bem impressionado. Um dia falarei mais sobre o projecto de digitalização com voz de livros que pode servir como modelo a outras bibliotecas.

www.bm-vilanovadepaiva.pt
bmar@cm-vilanovadepaiva.pt

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E continuo a falar

Para descansar os visitantes usuais registe-se que estou de volta para mais um ano de trabalho. E apesar de não ser especialista em nada... continuo a falar... nem que seja por bonecos:

Num ano que marca uma alteração a nível profissional, agora ainda mais ligado às bibliotecas escolares, foi preciso reorganizar algumas coisas relativas à presença online e por isso estes dias sem tópicos.
Não é uma reorganização para reduzir mas antes rentabilizar e aumentar o trabalho online, procurando interligar e aproveitar recursos:
  • O blogue Bibliojornal [ www.bloglines.com/blog/izidoro ] vai continuar a existir como bloco de notas para artigos existentes na web, especialmente aos disponíveis em feeds. É mais para consumo pessoal, mas pode ser útil enquanto recolha de artigos e prevê-se maior regularidade que pode chegar à diária. Daqui sairá material para o Bibliotequices.
  • O blogue Bibliotequices [ http://bibliotequices.blogspot.com ] vai continuar a existir enquanto blogue pessoal na área de bibliotecas, com artigos pequenos e uma regularidade semanal. Alguns artigos até poderão passar para o biblioTeia.
  • O site biblioTeia é um novo site que está a nascer, dedicado a bibliotecas em geral, e onde serão disponibilizados recursos e conteúdos que vou recolhendo ou mesmo criando, bem como colocar alguns artigos mais desenvolvidos em relação aos apresentados no bibliotequices. Vai levar alguns meses mas penso que irá ser um lugar bem interessante, sem as questões temporais e organizacionais típicas dos blogues. Pronto... ainda não tem lá nada mas o endereço vai ser: www.biblioTeia.com ... a rede da biblioteconomia.
  • O site Clube de Fans Porbase5 [ www.clubeporbase5.com ] tem nova casa (em obras não visíveis do exterior, mas já é um novo endereço), e terá mais recursos disponíveis para quem trabalha com o Programa Porbase5 em bibliotecas.
  • O site RBE Algarve será mais um site na área mas nasce intimamente ligado à actividade profissional (das novas funções falarei mais tarde) e irá ser produzido para apoio aos coordenadores de bibliotecas escolares do Algarve. Este ainda está sem endereço pois o servidor da minha escola está de férias!

Depois ainda existirão mais coisas soltas, especialmente a recolha de sites no Furl, materiais no Squidoo e umas actividades de e-learning no Nuvvo bem como a participação em alguns grupos de discussão e os já normais contactos pelo e-mail do G-mail .

Paralelamente, e para descontrair, ainda vou passar algumas horas no apoio ao Joomla, a plataforma de suporte à edição dos meus sites, dando uma mãozinha nas traduções e apoio ao fórum da Comunidade JoomlaPT em www.joomlapt.com . Não é sobre bibliotecas, mas os bibliotecários e professores (entre outros) têm aqui aquela que poderá ser a ferramenta mais útil ao seu trabalho de divulgação e produção online.

Assim podemos dizer que estamos perante uma previsão de um ano bem online... certamente um certo ar (sem pretensão) de Bibliotecário 2.0 ! Pelo menos que tenha utilidade para outros.

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